Astronadc Pereira, é policial militar, Psicologo e professor. Mais conhecido como Sargento Pereira.

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Um homem com sonhos e pé no chão com a certeza de que o amor e a felicidade é o combustível que nos nutri de esperanças e fé. Prefiro que não discutam comigo e sim com minhas ideias.
Paz, felicidades, saúde e fé.

Astronadc Pereira

terça-feira, 9 de maio de 2017

ENEM - PLANO DE ESTUDO

https://blogdoenem.com.br/plano-de-estudos-passar-no-enem-ou-vestibular/https://blogdoenem.com.br/plano-de-estudos-passar-no-enem-ou-vestibular/

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Assista o Guia ELEITORAL do Sargento Pereira. VOTE VEREADOR SARGENTO PEREIRA 65190



QUEM É O SARGENTO PEREIRA

O Sargento Pereira nasceu em Patos/PB e mora em João Pessoa há 15 anos, é casado com Allana Rodrigues e pai de João Victor, Beatriz e Samir. Trabalha na Polícia Militar da PB na Capital. É formado em Psicologia e tem especialização em Criminologia e Psicologia Criminal. Iniciou sua militância na década de 1990 nos movimentos reivindicatórios. Participou de debates, plenárias, mobilizações e atividades com os movimentos sociais da PB na luta por direitos, e esteve como Conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos da PB por dois anos. Fez parte da equipe de especialistas que elaborou o Plano Estadual de Segurança Pública. 

Pereira estar preparado para fiscalizar, cobrar, denunciar e enfrentar o debate contra a violência. Ele apresenta as principais qualidades que a população e a categoria policial espera de um Vereador: HonestidadeCoragemCapacidade e vontade de lutar por um João Pessoa sem violência.


SARGENTO PEREIRA

Eu sou o sargento Pereira, minha luta é por uma Política de Segurança Pública e Cidadania, na defesa da vida e das Políticas Públicas. Há uma sensação de medo e insegurança nos bairros da nossa querida cidade de João Pessoa. Ocorrem assaltos a veículos, explosões a bancos, roubos nas paradas de ônibus. Não podemos mais aceitar esta violência, permita que minha voz cresça contra tudo isto, me comprometo em lutar contra a Violência. Vote Vereador sargento Pereira 65190.  

O Sargento Pereira defende o que para a População de João Pessoa e à Categoria Policial.

1.       Segurança Pública – Será a voz do povo e da Categoria Policial contra a falta de condições de trabalho dos policiais para prestar um bom serviço à Comunidade e a cidade de João Pessoa. A luta constante pela valorização de todos os profissionais da segurança pública. Exigir do poder público que o governo estadual e municipal apresente e execute o plano Municipal de Segurança e o Plano Estadual de Segurança Pública com prioridade a diminuir o número de homicídios, de roubos e inibir a violência em João Pessoa.

2.       Categoria Policial – Promover a Unidade entre os policiais para que a categoria tenham a legítima força de apresentar pautas reivindicatórias ao governo, com reais possibilidade de conquista. Possibilitar a categoria policial a unidade com os diversos segmentos da sociedade, tornando nossa luta – assim, mais forte. A nossa luta por uma Polícia Cidadã.

3.       Luta contra a Violência - Fiscalizar e Cobrar do poder público municipal e do governo do estado ações eficientes e políticas consistentes no que se diz a respeito à violência na cidade de João Pessoa, sendo uma voz incansável por Políticas Públicas.

4.       Saúde – Priorizar a saúde dos idosos, mulheres e crianças. Fiscalizando a falta de medicamentos, as condições de trabalho dos profissionais da saúde e a precarização da rede hospitalar. Denunciando e acionando o poder público quando da demora na espera pelos exames e medicamentos.

5.       Mobilidade Urbana – Fiscalizar e denunciar a demora de ônibus nas paradas. E a luta pela revisão do sistema de tarifas para os trabalhadores e estudantes. Denunciar e fiscalizar a falta de saneamento básico nos bairros.
6.   Cultura – Valorização e apoio a diversidade das atividades culturais em espaços públicos e inclusivos a jovens e adolescentes. Valorização dos artistas locais priorizando suas necessidades artísticas.

7.  Combate a Corrupção – Acompanhamento e fiscalização das contas públicas municipais. Fortalecimento dos mecanismos de combate a corrupção, a privilégios e gastos desnecessários do poder municipal.

8.      Juventude, Educação e Políticas Públicas– Promoção do Congresso Municipal da Juventude, com vistas a construir uma política inclusiva e plural para a juventude. Fortalecer o acesso do jovem a educação, cultura e esporte. Cobrar dos governos o enfrentamento da violência através de políticas inclusivas aos jovens a espaços transformadores, longe das drogas e da violência.

9.       Sociedade e a Luta por Direitos – Estaremos na luta por mais Direitos, pela democracia, por uma Reforma Política, e pelo fim da violência em João Pessoa.

10.   Meio ambiente - Estarei na defesa do meio ambiente e de uma política de preservação ambiental sustentável.

Há Vereadores em João Pessoa com dois, três, quatro, cinco, seis mandatos. Como o nosso bairro pode mudar se todos os anos votamos nos mesmos? Se você não quer mais repetir os mesmos vereadores, vote numa proposta diferente.

Vote VEREADOR Sargento Pereira 65190.

Click nos linkens e anexos e confira mais informações

https://youtu.be/LEe15Dje3JM


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

CARTA À CIDADE DE JOÃO PESSOA

João Pessoa – PB, 17 de agosto 2016.

Companheiras e Companheiros da nossa querida capital, João Pessoa.

As eleições de 2016 se aproximam e com certeza é um evento que tem grande impacto na sociedade, portanto nas nossas vidas. Em 2013 os movimentos populares foram às ruas reivindicar mudanças na política, o fim da corrupção, saúde e educação de qualidade, mobilidade urbana, entre outras bandeiras de luta. Na Paraíba participamos diretamente destas manifestações e nos somamos aos gritos que pedem justiça, o fim da impunidade e da corrupção. A maioria dos políticos parecem não ter ouvido os clamores que vieram das ruas. Talvez ainda perplexos com a força popular.

Sabemos que o Brasil avançou nestes últimos 12 anos, mas queremos mais, muito mais direitos. Apesar de avanços nos direitos sociais e alguns que ficaram somente no “papel”, a Constituição de 1988 preservou muitas instituições criadas ou aprofundadas pelo Estado. Entretanto, nas Capitais a violência, a desorganização urbana, a precariedade da Saúde, a ausência do poder público nas comunidades empobrecidas e invadida através da pelo Narcotráfico que impõe a violência e o medo às pessoas de bem estar mais presente do que o poder público. É exatamente nas comunidades e nas periferias que há uma maior exclusão social.

Não podemos esquecer que no Brasil ainda existe uma estrutura oligárquica – machista, racista e profundamente excludente. Além de um Estado que viola os direitos humanos, inclusive de impedir que os policiais se manifestem livremente na busca por mais direitos.

Temos um modelo de Estado, senhorial, patriarcal, eugênico, autoritário, corrupto, incompetente, insensível, violento, e onde predomina a impunidade. Temos ainda um sistema belicista, policialesco e opressor. A Segurança Pública é mais vista a partir da aquisição de viaturas e armas do que de uma ampla e sistemática Política de Segurança e bem estar social. Precisamos lutar pela inclusão social e insistir na construção de um novo ciclo de desenvolvimento, progressista e democrático. Precisamos ter a clareza de que a criminalização da política não passa de uma estratégia para sufocar e desconstruir os direitos, a mobilização popular e fortalecer a opressão contra o povo.

O Estado não escuta os gritos que vêm das ruas, dos guetos, da periferia, os gritos das mães na dor, dos cárceres e suas famílias encarceradas pelas celas da pobreza e do preconceito. Os gritos da juventude, dos pobres e negros, das mulheres vítimas da violência e dos trabalhadores e trabalhadoras, os gritos do homem que trabalha na agricultura familiar e das inúmeras famílias que constituem a força de trabalho que produz alimentos e serviços, os gritos de policiais e de profissionais da segurança que são diariamente mortos, sofrem violências ou o assédio moral durante suas atividades, são desvalorizados pelo sistema e abandonados pelo Estado brasileiro.

Precisamos de um processo emancipatório e de reformas profundas no sistema político e nas estruturas do Estado brasileiro que impliquem diretamente nas políticas públicas dos municípios. Necessitamos de uma significativa reforma no sistema político do Brasil. Queremos a reforma política! É por isso que apoiamos a participação das mulheres na política, dos jovens, das populações negras e indígena, trabalhadores(as), dos pobres e da comunidade LGBTs nos espaços de poder. Não é apenas garantir a diversidade, mas sim, permitir também a possibilidade de que o povo tenha voz e suas demandas sejam atendidas. Desta forma, defendemos a ampliação da Democracia, a inclusão social, a mobilização de rua, a integração contra a luta de classe, o diálogo em busca de mais conquistas sociais, o respeito e a soberania do voto popular e a Democracia representativa.
Acreditamos que não há como existir consolidação democrática e reforma no plano político sem uma significativa reforma nos espaços públicos de decisão das políticas, econômicas e sociais, educação, segurança, justiça, e cidadania.  Estas pautas, reivindicadas pelos mais amplos setores da população, convergem para uma construção democrática e progressistas nas cidades e municípios, influenciando e transformando a vida das pessoas para que estas alcance verdadeiramente a dignidade.

Como brasileiro, profissional da segurança e candidato a vereador de nossa querida Capital João Pessoa não tenho dúvidas de que precisamos avançar com estas pautas por uma João Pessoa melhor, e mais digna de se viver. A nossa história de militância é forte, bem como, a nossa fé pelas causas sociais e pela Segurança Pública. Nesta perspectiva é que acreditamos que é chegada a hora de levarmos as nossas ideias, nossas propostas, nossos projetos, nossa mobilização aos espaços que podem promover transformações sociais, à Câmara Municipal de João Pessoa.

A sociedade testemunha com indignação a impunidade, a corrupção, a incompetência de segmentos políticos e gestores públicos e a exclusão social que gera cada vez mais pobreza, desigualdades e violência nos bairros e nas periferias das cidades. No entanto, a maioria dos nossos representantes na Câmara Municipal de João Pessoa não desejam debater os grandes temas que assolam a sociedade e as comunidades da nossa Capital.

Precisamos (todos nós) construirmos uma plataforma de debate e aprofundar estes temas nos espaços da política, mais do que isso, queremos fazer o debate consolidado na democracia e na participação da sociedade, queremos discutir sobre Segurança Pública, Saúde e Educação de qualidade, Mobilidade Urbana, e promover espaços em que as comunidades e a categoria policial possam apresentar suas necessidades prioritárias e delas sermos a “caixa de ressonância” na Câmara Municipal de João Pessoa, num forte objetivo de mobilizar o poder público para resolver os entraves que impedem as comunidades de João Pessoa de viver melhor e com mais segurança, e dos Policiais terem seus direitos garantidos e serem mais valorizados.

É preciso ter a careza do papel do vereador, bem como, sua importância na construção social de uma cidade. O Vereador é um agente de transformação social, ele faz parte do poder legislativo, sendo eleito por meio de eleições diretas e, dessa forma, escolhido pela população para ser seu legítimo representante. Esta atribuição de representante da sociedade está entre as concepções mais presentes dentre suas funções, pois as demandas sociais, os interesses da coletividade e dos grupos devem ser objeto de análise do vereador na elaboração de projetos de leis e de Políticas Públicas, os quais devem ser submetidos ao voto da câmara municipal. Assim, o vereador é responsável pela elaboração, discussão e votação de leis para fim de município, propondo-se benfeitorias, obras e serviços para o bem-estar da vida da população em geral, o que não impede sua luta frente à defesa de uma categoria.

O vereador, dentre outras funções, também é responsável pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo, isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da boa aplicação e gestão do erário, ou seja, do dinheiro público e contra a corrupção. O Vereador pode e deve promover espaços de diálogo com todos os segmentos da sociedade e destas demandas construir pautas capazes de ecoar no poder público e na própria sociedade. Desta forma, os diversos campos do debate podem ser politizados pelo vereador, não se limitando a temas específicos mais avançando cada vez mais na promoção de direitos e políticas públicas para o povo. Nesta perspectiva o vereador pode ser – sim, um provocador de temas, um articulador de políticas, e um representante do povo nos diversos pleitos da sociedade, tais como:

No campo da Saúde: A ausência quase que completa do poder público em fiscalizar os serviços hospitalares e o atendimento ao público; a superlotação nos hospitais públicos e serviços de saúde e a precarização dos serviços hospitalares.

No campo da educação:  As questões e a qualidade do ensino público; o fechamento e as constantes paralisações em escolas e estabelecimentos de ensino; a falta de valorização do profissional da educação e do professor; a violência e a tirania do tráfico dentro das escolas públicas; os desafios para alcançarmos uma escola e um ensino construcionista e uma educação transformadora; a violência sofridas pelos educadores dentro e fora da escola e a ausência de uma política de valorização dos professores e os campos de oportunidades na educação.

A sociedade é plural e inúmeros temas precisam ser debatidos nos espaços de transformação social: o combate contra a corrupção; o fortalecimento da agricultura familiar para as comunidades; as soluções para a mobilidade urbana do município de João Pessoa, que devem ser debatidas com a sociedade; o combate sistêmico contra a violência aos jovens, negros e pobres; a democratização e a ética nos meios de comunicação - as rádios comunitárias; o exercício e a diversidade religiosa, a luta pela reforma política e pela reforma tributária; a covarde violência contra crianças e contra as mulheres na sociedade em geral; as comunidades quilombolas e as minorias.

Além disso, temos as comunidades indígenas que sofrem com a violência das corporações que aos poucos tomam suas terras e avançam na destruição da cultura indígena. Falta uma política de preservação e respeito à cultura dos índios; os ciganos que vivem em situação de exclusão social; o descaso contra o meio ambiente e os animais; uma política agrária que precisa ser consolidada como política de Estado, reconhecida e legitimada como luta social; as condições de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da zona rural que precisam ser reavaliados muito além do campo das discussões e ganhar o espaço na prática e nas soluções.

É inegável que falta efetivação de várias políticas públicas voltadas para pessoas com necessidades especiais, como também é ineficaz a organização dos espaços públicos de nossas cidades dificultando a acessibilidade da população em questão, ou seja, há uma negação de direitos. Da mesma forma, os bairros e comunidades que sofrem com constantes alagamentos durante período de chuvas. Ainda ocorrem a violência e a cultura do trabalho forçado contra animais. De forma geral, as comunidades mais pobres sofrem sem que tenham saneamento básico, iluminação de qualidade e serviços emergenciais. Uma luta incessante deve ser travada em defesa das comunidades carentes e dos serviços essenciais.

Os Direitos Humanos precisam ser encarados como algo além do que é visto pelo senso comum e alcançar sua plenitude no que diz respeito à valorização da vida, da liberdade, da segurança, da integridade, da moradia de qualidade para todos, da assistência social e saúde, da segurança hídrica, da garantia a agricultura, a pecuária, a pesca e da segurança física e alimentar. Mas também ao direito à produção do artesanato, trabalho, cultura, esporte e lazer. E o direito de ir e vir sem ser molestado e sem sofrer discriminação. Falar em Direitos Humanos é falar em garantir os direitos dentro de um processo de construção social e humano. Direitos Humanos são regras e condições civilizatória para vivermos melhor e com dignidade. Direitos Humanos são direitos de todos! É o direito de ter direito. Se assim não o fosse, seria apenas selvageria.

Existem inúmeras pessoas no Brasil, na Paraíba e em João Pessoa que sofrem o preconceito e a violência. São pessoas excluídas da democracia e ignoradas pelas leis do país e pelo poder público. Como por exemplo: As comunidades LGBTs; pessoas de todos os cantos; de todas as profissões; credos e sotaques; opiniões e etnias; gostos, culturas e expressão social. Estas pessoas são discriminadas e sofrem violências simplesmente pelo fato de ter uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da maioria. Não podemos esquecer que a marca do preconceito é a intolerância, e a intolerância gera violência e a violência gera injustiças, dor e insegurança.

É de nossa identidade e história política a defesa de todas lutas justas. Acreditamos, firmemente, que é possível construir uma sociedade mais igualitária. Estarei atento a debater estes temas. Acredito firmemente que posso contribuir, na Câmara Municipal de João Pessoa, com um debate forte para uma João Pessoa politicamente democrática, economicamente justa, socialmente equitativa e solidária, culturalmente plural, ambientalmente sustentável, organizada e mais segura.
Precisamos fazer um debate político a respeito da sustentabilidade e da Segurança da nossa Capital. Uma sustentabilidade baseada no uso racional e não utilitarista dos meios e condições de produção, assim como do trabalhador e da trabalhadora não como recursos mas como produtores e receptores únicos da vida digna e próspera para as famílias. Trabalhadores que não deveriam ser assaltados ao saírem de suas casas para ir ao trabalho. Mas terem o direito de ir e vir sem serem molestados por criminosos.

O nosso mandato será um forte instrumento de construção e propostas de Políticas Públicas, lutas por direitos e diálogo com as comunidades e com a sociedade em geral. Na Segurança Pública faremos o diálogo entre as instituições policiais, a categoria policial, os profissionais da Segurança e com a sociedade para unirmos força contra a criminalidade, contra a violência em nossa Capital e por uma política de Segurança melhor. Logicamente precisamos construir caminhos, instrumentos e pedagogia de Luta com a categoria policial para ocuparmos mais espaços e termos representantes para se unir a um projeto transformador. O mandato de Vereador ocupado por um policial militar democrático e progressista demostra que estamos no caminho certo para um futuro melhor para os ativos, aposentados e reformados da Polícia, pois é deste mandato que construiremos bases progressistas na construção de um projeto de Políticas Públicas de Segurança para a nossa Capital, inicialmente.

A vitória de um representante das forças democráticas, progressistas, populares em conjunto com a categoria policial nas eleições municipais da Capital João Pessoa impulsionará a luta pela Segurança Pública e a efetiva defesa da Categoria Policial e dos bons policiais. A derrota ou o êxito eleitoral de tendência política conservadoras podem influir na trajetória e no nível dos debates e na luta por direitos, na correlação de forças e nas condições de luta. A nossa estratégia é que sociedade, policiais, categoria organizada, e segmentos sociais lutem juntas por uma política de segurança pública e por uma categoria mais valorizadas e que efetivamente alcance mais direitos sempre idealizando prestar melhor serviço à comunidade e a sociedade em geral.

E neste compromisso que, companheiros e companheiras de João Pessoas, apresentaram o meu nome para conduzir este projeto popular de Segurança e de Cidadania. Coloco-me a disposição de fazer um bom combate na Câmara Municipal de João Pessoa para defender um mandato popular, participativo, democrático e altivo. Fazer e participar da Luta por direitos das comunidades e da sociedade em geral de João Pessoa. E com responsabilidade e honestidade fazer a luta e a defesa da nossa categoria policial e dos profissionais da Segurança e de toda sociedade.

Muito obrigado. Paz e Benção à tod@s

SARGENTO PEREIRA - Candidato a VEREADOR de João Pessoa.
(65190 Sargento Pereira VEREADOR)

Face book: Astronadc Pereira.     Pagina face book: sargento Pereira. Contato: 98831 2855



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

#CONHEÇAminhaLUTA #vereadorSARGENTOPEREIRA65190

QUEM É O SARGENTO PEREIRA

O Sargento Pereira nasceu em Patos e mora em João Pessoa a 19 anos, é casado com Allana Rodrigues e pai de João Victor, Beatriz e Samir. Trabalha na Polícia Militar da PB na Capital. É formado em Psicologia e tem especialização em Criminologia e Psicologia Criminal. Iniciou sua militância na década de 1990 nos movimentos reivindicatórios com outros Policiais Militares. Participou de debates, plenárias, movimentos e atividades com os movimentos sociais da PB na luta por direitos, e esteve como conselheiro do CEDH da PB por dois anos representando a Polícia Militar. Fez parte da equipe de especialistas que elaborou o Plano Estadual de Segurança Pública. Pereira estar preparado para enfrentar o debate contra a violência, fiscalizar, cobrar e ajudar a promover uma política de Segurança e Defesa Social capaz de reduzir o números de homicídios em João Pessoa. Ele apresenta as principais qualidades que a população e a categoria policial espera de um Vereador: Honestidade, Coragem, Capacidade e vontade de ajudar a cidade de João Pessoa ter mais segurança com qualidade. Sua fala é coerente com sua prática e sua história.

- SARGENTO PEREIRA

Eu sou o sargento Pereira, minha luta é por uma Política de Segurança Pública e Cidadania, na defesa da vida e das Políticas Públicas. Há uma sensação de medo e insegurança nos bairros da nossa querida cidade de João Pessoa. Ocorrem assaltos a veículos, explosões a bancos, roubos nas paradas de ônibus, violência até dentro das casas das pessoas. Não podemos mais aceitar esta violência. Permita que minha voz cresça contra tudo isto. Me comprometo em defender o seu direito de ter segurança. Vote Vereador sargento Pereira 65190. 

O Sargento Pereira defende o que para a População de João Pessoa.

1.       Segurança Pública – Será a voz do povo e da Categoria Policial contra a falta de condições de trabalho dos policiais para prestar um bom serviço à cidade de João Pessoa. A luta constante pela valorização de todos os profissionais da segurança pública. Exigir do poder público que o governo estadual e Municipal apresente e execute o plano Municipal de Segurança e o Plano Estadual de Segurança com prioridade a diminuir o número de homicídios e de roubos em João Pessoa.

2.       Categoria Policial – Promover a Unidade entre os policiais para que a categoria tenham a legitima força de apresentar pautas reivindicatórias ao governo, com reais possibilidade de conquista. Possibilitar a categoria policial a unidade com os diversos segmentos da sociedade, tornando nossa luta mais forte.

3.       Cobrar do prefeito e do governo do Estado ações reais e políticas consistentes no que se diz a respeito da violência na cidade de João Pessoa, sendo uma voz incansável contra a violência, e contra a ausência de Políticas Públicas de Segurança.

4.       Saúde – Priorizar a saúde dos idosos e crianças. Fiscalizando a falta de medicamentos, as condições de trabalho dos profissionais da saúde e a precarização da rede hospitalar. Denunciando e acionando o poder público quando da demora na espera pelos exames e medicamentos.

5.       Mobilidade Urbana – Fiscalizar e denunciar a demora de ônibus nas paradas. E a luta pela revisão do sistema de tarifas para os trabalhadores e estudantes. Denunciar e fiscalizar a falta de saneamento básico nos bairros, que em tempos de chuva prejudica toda cidade.

6.       Cultura – Valorização e apoio a diversidade das atividades culturais em espaços públicos e inclusivos a jovens e adolescentes. Valorização dos artistas locais priorizando suas necessidades laborais.

7.       Combate a Corrupção – Acompanhamento e fiscalização das contas públicas municipais. Fortalecimento dos mecanismos de combate a corrupção, a privilégios e gastos desnecessários do poder municipal.

8.        Juventude – Promoção do Congresso Municipal da Juventude, com vistas a construir uma política inclusiva e plural para a juventude. Fortalecer o acesso do jovem a educação, cultura e esporte. Cobrar dos governos o enfrentamento através de políticas inclusivas dos jovens a espaços transformadores, longe das drogas e da violência.

9.       Sociedade e a Luta por Direitos – Estaremos na luta por mais Direitos, pela Democracia, por uma Reforma Política, e pelo fim da Violência em João Pessoa.

10.   Meio ambiente -  lutarei pelo fim do sofrimento de animais que trabalham forçadamente em carroças na capital. Estarei na defesa do meio ambiente e de uma política de preservação ambiental sustentável.

Há Vereadores em João Pessoa com dois, três, quatro, cinco, seis mandatos. Como o nosso bairro pode mudar se todos os anos votamos nos mesmos? Se você não quer mais repetir (os mesmos) vereadores, vote numa proposta diferente.


Vote vereador sargento Pereira 65190.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

#SOUMAISSARGENTOPEREIRAVEREADOR65190

#SARGENTOPereiraVEREADOR65190
#QuErOmaisSegurançapúblicacomCIDADANIA
#VOTESARGENTOPEREIRAVEREADOR65190

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

CARTA À CIDADE DE JOÃO PESSOA ______Sargento Pereira Candidato a Vereador

João Pessoa – PB, 17 de agosto 2016.

Por Astronadc Pereira de Moraes __ Sargento Pereira

Companheiras e Companheiros da nossa querida capital, João Pessoa.

As eleições de 2016 se aproximam e com certeza é um evento que tem grande impacto na sociedade, portanto nas nossas vidas. Em 2013 os movimentos populares foram às ruas reivindicar mudanças na política, o fim da corrupção, saúde e educação de qualidade, mobilidade urbana, entre outras bandeiras de luta. Na Paraíba participamos diretamente destas manifestações e nos somamos aos gritos que pedem justiça, o fim da impunidade e da corrupção. A maioria dos políticos parecem não ter ouvido os clamores que vieram das ruas. Talvez ainda perplexos com a força popular.

Sabemos que o Brasil avançou nestes últimos 12 anos, mas queremos mais, muito mais direitos. Apesar de avanços nos direitos sociais e alguns que ficaram somente no “papel”, a Constituição de 1988 preservou muitas instituições criadas ou aprofundadas pelo Estado. Entretanto, nas Capitais a violência, a desorganização urbana, a precariedade da Saúde, a ausência do poder público nas comunidades empobrecidas e invadida através da pelo Narcotráfico que impõe a violência e o medo às pessoas de bem estar mais presente do que o poder público. É exatamente nas comunidades e nas periferias que há uma maior exclusão social.

Não podemos esquecer que no Brasil ainda existe uma estrutura oligárquica – machista, racista e profundamente excludente. Além de um Estado que viola os direitos humanos, inclusive de impedir que os policiais se manifestem livremente na busca por mais direitos.

Temos um modelo de Estado, senhorial, patriarcal, eugênico, autoritário, corrupto, incompetente, insensível, violento, e onde predomina a impunidade. Temos ainda um sistema belicista, policialesco e opressor. A Segurança Pública é mais vista a partir da aquisição de viaturas e armas do que de uma ampla e sistemática Política de Segurança e bem estar social. Precisamos lutar pela inclusão social e insistir na construção de um novo ciclo de desenvolvimento, progressista e democrático. Precisamos ter a clareza de que a criminalização da política não passa de uma estratégia para sufocar e desconstruir os direitos, a mobilização popular e fortalecer a opressão contra o povo.

O Estado não escuta os gritos que vêm das ruas, dos guetos, da periferia, os gritos das mães na dor, dos cárceres e suas famílias encarceradas pelas celas da pobreza e do preconceito. Os gritos da juventude, dos pobres e negros, das mulheres vítimas da violência e dos trabalhadores e trabalhadoras, os gritos do homem que trabalha na agricultura familiar e das inúmeras famílias que constituem a força de trabalho que produz alimentos e serviços, os gritos de policiais e de profissionais da segurança que são diariamente mortos, sofrem violências ou o assédio moral durante suas atividades, são desvalorizados pelo sistema e abandonados pelo Estado brasileiro.

Precisamos de um processo emancipatório e de reformas profundas no sistema político e nas estruturas do Estado brasileiro que impliquem diretamente nas políticas públicas dos municípios. Necessitamos de uma significativa reforma no sistema político do Brasil. Queremos a reforma política! É por isso que apoiamos a participação das mulheres na política, dos jovens, das populações negras e indígena, trabalhadores(as), dos pobres e da comunidade LGBTs nos espaços de poder. Não é apenas garantir a diversidade, mas sim, permitir também a possibilidade de que o povo tenha voz e suas demandas sejam atendidas. Desta forma, defendemos a ampliação da Democracia, a inclusão social, a mobilização de rua, a integração contra a luta de classe, o diálogo em busca de mais conquistas sociais, o respeito e a soberania do voto popular e a Democracia representativa.

Acreditamos que não há como existir consolidação democrática e reforma no plano político sem uma significativa reforma nos espaços públicos de decisão das políticas, econômicas e sociais, educação, segurança, justiça, e cidadania.  Estas pautas, reivindicadas pelos mais amplos setores da população, convergem para uma construção democrática e progressistas nas cidades e municípios, influenciando e transformando a vida das pessoas para que estas alcance verdadeiramente a dignidade.

Como brasileiro, profissional da segurança e candidato a vereador de nossa querida Capital João Pessoa não tenho dúvidas de que precisamos avançar com estas pautas por uma João Pessoa melhor, e mais digna de se viver. A nossa história de militância é forte, bem como, a nossa fé pelas causas sociais e pela Segurança Pública. Nesta perspectiva é que acreditamos que é chegada a hora de levarmos as nossas ideias, nossas propostas, nossos projetos, nossa mobilização aos espaços que podem promover transformações sociais, à Câmara Municipal de João Pessoa.

A sociedade testemunha com indignação a impunidade, a corrupção, a incompetência de segmentos políticos e gestores públicos e a exclusão social que gera cada vez mais pobreza, desigualdades e violência nos bairros e nas periferias das cidades. No entanto, a maioria dos nossos representantes na Câmara Municipal de João Pessoa não desejam debater os grandes temas que assolam a sociedade e as comunidades da nossa Capital.

Precisamos (todos nós) construirmos uma plataforma de debate e aprofundar estes temas nos espaços da política, mais do que isso, queremos fazer o debate consolidado na democracia e na participação da sociedade, queremos discutir sobre Segurança Pública, Saúde e Educação de qualidade, Mobilidade Urbana, e promover espaços em que as comunidades e a categoria policial possam apresentar suas necessidades prioritárias e delas sermos a “caixa de ressonância” na Câmara Municipal de João Pessoa, num forte objetivo de mobilizar o poder público para resolver os entraves que impedem as comunidades de João Pessoa de viver melhor e com mais segurança, e dos Policiais terem seus direitos garantidos e serem mais valorizados.

É preciso ter a careza do papel do vereador, bem como, sua importância na construção social de uma cidade. O Vereador é um agente de transformação social, ele faz parte do poder legislativo, sendo eleito por meio de eleições diretas e, dessa forma, escolhido pela população para ser seu legítimo representante. Esta atribuição de representante da sociedade está entre as concepções mais presentes dentre suas funções, pois as demandas sociais, os interesses da coletividade e dos grupos devem ser objeto de análise do vereador na elaboração de projetos de leis e de Políticas Públicas, os quais devem ser submetidos ao voto da câmara municipal. Assim, o vereador é responsável pela elaboração, discussão e votação de leis para fim de município, propondo-se benfeitorias, obras e serviços para o bem-estar da vida da população em geral, o que não impede sua luta frente à defesa de uma categoria.

O vereador, dentre outras funções, também é responsável pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo, isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da boa aplicação e gestão do erário, ou seja, do dinheiro público e contra a corrupção. O Vereador pode e deve promover espaços de diálogo com todos os segmentos da sociedade e destas demandas construir pautas capazes de ecoar no poder público e na própria sociedade. Desta forma, os diversos campos do debate podem ser politizados pelo vereador, não se limitando a temas específicos mais avançando cada vez mais na promoção de direitos e políticas públicas para o povo. Nesta perspectiva o vereador pode ser – sim, um provocador de temas, um articulador de políticas, e um representante do povo nos diversos pleitos da sociedade, tais como:

No campo da Saúde: A ausência quase que completa do poder público em fiscalizar os serviços hospitalares e o atendimento ao público; a superlotação nos hospitais públicos e serviços de saúde e a precarização dos serviços hospitalares.

No campo da educação:  As questões e a qualidade do ensino público; o fechamento e as constantes paralisações em escolas e estabelecimentos de ensino; a falta de valorização do profissional da educação e do professor; a violência e a tirania do tráfico dentro das escolas públicas; os desafios para alcançarmos uma escola e um ensino construcionista e uma educação transformadora; a violência sofridas pelos educadores dentro e fora da escola e a ausência de uma política de valorização dos professores e os campos de oportunidades na educação.

A sociedade é plural e inúmeros temas precisam ser debatidos nos espaços de transformação social: o combate contra a corrupção; o fortalecimento da agricultura familiar para as comunidades; as soluções para a mobilidade urbana do município de João Pessoa, que devem ser debatidas com a sociedade; o combate sistêmico contra a violência aos jovens, negros e pobres; a democratização e a ética nos meios de comunicação - as rádios comunitárias; o exercício e a diversidade religiosa, a luta pela reforma política e pela reforma tributária; a covarde violência contra crianças e contra as mulheres na sociedade em geral; as comunidades quilombolas e as minorias.

Além disso, temos as comunidades indígenas que sofrem com a violência das corporações que aos poucos tomam suas terras e avançam na destruição da cultura indígena. Falta uma política de preservação e respeito à cultura dos índios; os ciganos que vivem em situação de exclusão social; o descaso contra o meio ambiente e os animais; uma política agrária que precisa ser consolidada como política de Estado, reconhecida e legitimada como luta social; as condições de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da zona rural que precisam ser reavaliados muito além do campo das discussões e ganhar o espaço na prática e nas soluções.

É inegável que falta efetivação de várias políticas públicas voltadas para pessoas com necessidades especiais, como também é ineficaz a organização dos espaços públicos de nossas cidades dificultando a acessibilidade da população em questão, ou seja, há uma negação de direitos. Da mesma forma, os bairros e comunidades que sofrem com constantes alagamentos durante período de chuvas. Ainda ocorrem a violência e a cultura do trabalho forçado contra animais. De forma geral, as comunidades mais pobres sofrem sem que tenham saneamento básico, iluminação de qualidade e serviços emergenciais. Uma luta incessante deve ser travada em defesa das comunidades carentes e dos serviços essenciais.

Os Direitos Humanos precisam ser encarados como algo além do que é visto pelo senso comum e alcançar sua plenitude no que diz respeito à valorização da vida, da liberdade, da segurança, da integridade, da moradia de qualidade para todos, da assistência social e saúde, da segurança hídrica, da garantia a agricultura, a pecuária, a pesca e da segurança física e alimentar. Mas também ao direito à produção do artesanato, trabalho, cultura, esporte e lazer. E o direito de ir e vir sem ser molestado e sem sofrer discriminação. Falar em Direitos Humanos é falar em garantir os direitos dentro de um processo de construção social e humano. Direitos Humanos são regras e condições civilizatória para vivermos melhor e com dignidade. Direitos Humanos são direitos de todos! É o direito de ter direito. Se assim não o fosse, seria apenas selvageria.

Existem inúmeras pessoas no Brasil, na Paraíba e em João Pessoa que sofrem o preconceito e a violência. São pessoas excluídas da democracia e ignoradas pelas leis do país e pelo poder público. Como por exemplo: As comunidades LGBTs; pessoas de todos os cantos; de todas as profissões; credos e sotaques; opiniões e etnias; gostos, culturas e expressão social. Estas pessoas são discriminadas e sofrem violências simplesmente pelo fato de ter uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da maioria. Não podemos esquecer que a marca do preconceito é a intolerância, e a intolerância gera violência e a violência gera injustiças, dor e insegurança.

É de nossa identidade e história política a defesa de todas lutas justas. Acreditamos, firmemente, que é possível construir uma sociedade mais igualitária. Estarei atento a debater estes temas. Acredito firmemente que posso contribuir, na Câmara Municipal de João Pessoa, com um debate forte para uma João Pessoa politicamente democrática, economicamente justa, socialmente equitativa e solidária, culturalmente plural, ambientalmente sustentável, organizada e mais segura.
Precisamos fazer um debate político a respeito da sustentabilidade e da Segurança da nossa Capital. Uma sustentabilidade baseada no uso racional e não utilitarista dos meios e condições de produção, assim como do trabalhador e da trabalhadora não como recursos mas como produtores e receptores únicos da vida digna e próspera para as famílias. Trabalhadores que não deveriam ser assaltados ao saírem de suas casas para ir ao trabalho. Mas terem o direito de ir e vir sem serem molestados por criminosos.

O nosso mandato será um forte instrumento de construção e propostas de Políticas Públicas, lutas por direitos e diálogo com as comunidades e com a sociedade em geral. Na Segurança Pública faremos o diálogo entre as instituições policiais, a categoria policial, os profissionais da Segurança e com a sociedade para unirmos força contra a criminalidade, contra a violência em nossa Capital e por uma política de Segurança melhor. Logicamente precisamos construir caminhos, instrumentos e pedagogia de Luta com a categoria policial para ocuparmos mais espaços e termos representantes para se unir a um projeto transformador. O mandato de Vereador ocupado por um policial militar democrático e progressista demostra que estamos no caminho certo para um futuro melhor para os ativos, aposentados e reformados da Polícia, pois é deste mandato que construiremos bases progressistas na construção de um projeto de Políticas Públicas de Segurança para a nossa Capital, inicialmente.

A vitória de um representante das forças democráticas, progressistas, populares em conjunto com a categoria policial nas eleições municipais da Capital João Pessoa impulsionará a luta pela Segurança Pública e a efetiva defesa da Categoria Policial e dos bons policiais. A derrota ou o êxito eleitoral de tendência política conservadoras podem influir na trajetória e no nível dos debates e na luta por direitos, na correlação de forças e nas condições de luta. A nossa estratégia é que sociedade, policiais, categoria organizada, e segmentos sociais lutem juntas por uma política de segurança pública e por uma categoria mais valorizadas e que efetivamente alcance mais direitos sempre idealizando prestar melhor serviço à comunidade e a sociedade em geral.

E neste compromisso que, companheiros e companheiras de João Pessoas, apresentaram o meu nome para conduzir este projeto popular de Segurança e de Cidadania. Coloco-me a disposição de fazer um bom combate na Câmara Municipal de João Pessoa para defender um mandato popular, participativo, democrático e altivo. Fazer e participar da Luta por direitos das comunidades e da sociedade em geral de João Pessoa. E com responsabilidade e honestidade fazer a luta e a defesa da nossa categoria policial e dos profissionais da Segurança e de toda sociedade.

Muito obrigado. Paz e Benção à tod@s
SARGENTO PEREIRA - Candidato a VEREADOR de João Pessoa.
(65190 Sargento Pereira VEREADOR)
Face book: Astronadc Pereira.     Pagina face book: sargento Pereira. Contato: 98831 2855


terça-feira, 16 de agosto de 2016

A PARAÍBA UNIDA PELA PAZ, O GOVERNO E A SEGURANÇA PÚBLICA.

O Governo quer resolver a questão dos roubos a bancos, violência e criminalidade na Paraíba? O que acha de começar pela efetivação do “Plano Estadual de Segurança Pública”?
O Plano Estadual de Segurança Pública foi construído a partir do “Fórum Paraíba Unida pela Paz” ocorrido na primeira gestão do governador Ricardo Coutinho no ano de 2010. Ao termino do Fórum deu-se início 07 (sete) Câmaras Temáticas para discutir a problemática da violência na Paraíba.
Durante quatro meses, especialistas, entidades de classes, instituições, segmentos sociais e policiais coletaram inúmeras informações a respeito da violência, criminalidade, as necessidades das instituições que compõe o sistema policial na PB, e de seus profissionais. Desta forma apresentaram alternativas para estas demandas. A partir destas informações foi montado uma equipe de especialistas, mestres e doutores objetivando construir teoricamente uma “Política de Segurança Pública Estadual”, e entregá-la ao governante.
Participaram desde o Fórum, passando pelas Câmaras Temáticas, até o documento final, a doutora em Psicologia Social professora Maria Nazaré Tavares Zenaide da UFPB; o Ex-Subcomandante Geral da PM/ PB Coronel Washington França; Advogada e mestre Valdenia Aparecida Paulino Lanfranchi; (Ouvidora de Polícia); o Sargento Astronadc Pereira PM/PB (Psicólogo, especialista em Criminologia e Psicologia Criminal); Almir Lauriano (Movimento Sou da Paz e titular do CONASP - Conselho Nacional de Segurança do Brasil); Coronel PM/PB Francisco de Assis Castro; João Bosco Francisco do Nascimento (Presidente do Conselho dos DH/PB) e o Secretário Executivo da Segurança Pública da PB delegado Jean Francisco Bezerra Nunes, tal como pode ser conferido através do ¹Diário Oficial número 15.243, de 24 de maio de 2013, página 9.
Todos com vasta experiências, especialistas nos temas, e estudiosos das demandas do Fórum. O documento foi concluído, mas Infelizmente a Paraíba não tomou conhecimento.
Um documento que nasceu dá própria sociedade organizada e que deve ser apresentado à Paraíba como Política de Estado.

domingo, 24 de julho de 2016

BRASIL: ROUBOS E EXPLOSÕES A BANCOS E A REAÇÃO DA POLÍCIA


1. As ações da polícia precisam ser legítimas e para isso é preciso dotar os policiais com as condições necessárias.

2. O que leva os policiais a terem dúvidas e receio de como agir nas ocorrências policiais contra quadrilhas armadas e que roubam bancos na madrugada? Poderia sugerir: a inócua formação, treinamento e capacitação descontinuada existentes nas corporações, falta de normas gerais de ação, ausência de procedimentos operacional padrão policial em ocorrências, falta de seleção com perfil profissiográfico, inexistência de tecnologias e recursos humanos, carência dos meios para treinamento dos policiais, ausência de uma política de valorização policial, péssimos salários. Falta equipamentos e recursos matérias adequado ao enfrentamento a este tipo de crime. Exatamente por que falta uma política Criminal e de Segurança Pública.

3. Os constantes confrontos armados têm levado os policiais a se depararem com infinitas penalidades, tais como: As possibilidades de terem suas vidas ceifadas; a execração pública e continuada que o faz perder a energia para trabalhar e produzir na defesa da sociedade quando supostamente cometem erros, como se assim o fosse uma regra, e não o é; e a possível condenação na justiça, esperando o tribunal que o policial, antes morresse. Estes eventos tem tomado de refém até mesmos os mais insistentes policiais.

4. No Brasil, são constantes as explosões em agências bancarias ou unidades financeiras, e ocorrem geralmente nos períodos noturnos, exatamente onde os poucos policiais que ficam na rua, se sentem sem apoio, enquanto todo sistema criminal “está dormindo”. Como enfrentar bandos armados com fuzis e armas com calibres bem superiores ao da Polícia? Em viaturas sem equipamentos, sem tecnologia, sem apoio policial e com comunicação deficiente? O que espera a sociedade e o governo, que os policiais façam?

5. Desta forma os constantes confrontos, mortes de policiais e perseguições sofridas pelos agentes da Lei têm levado os policiais do Brasil a reclamar da falta de apoio e proteção do Estado e da sociedade. Sendo assim quando e como agir frente a criminalidade? Bandidagem que se utiliza de armas bélicas (Rifle de Assalto Kalashnikov AK-47, Sub metralhadora USE, Fuzil Cal. ponto .50 e até granadas), além de estratégias criminosas!

6. 59.5 mil mortes violentas em único ano, neste caso em 2014, segundo o Mapa da Violência do Brasil, construído pelo IPEA, e o que dizer das mortes de policiais em detrimentos de suas profissões, fato este que revela bem a fragilidade da profissão e a omissão do Estado.

7. A verdade é que
os policiais também estão sendo vítimas da violência e do preconceito violento e dá criminalidade sem controle.

8. Parte significativa da Polícia brasileira padece com a falta de uma Política Nacional de Segurança Pública. Desta forma, o estado brasileiro é o maior responsável pela Violência e Insegurança no Brasil. 



Astronadc Pereira de Moraes
I Sargento Pereira da Polícia Militar da PB, é Psicólogo. E tem especialização em Criminologia e Psicologia Criminal. Atualmente trabalha no 5º BPM/PB. Contato (83) 98831 2855. Pagina Face: sargento Pereira

EXPLOSÕES E ROUBO A BANCOS DURANTE A MADRUGADA

EXPLOSÕES E ROUBO A BANCOS DURANTE A MADRUGADA_________Por que ocorre às explosões de banco na madrugada e e os policiais não conseguem dá uma resposta imediata no momento do roubo. 

TÓPICOS

Astronadc Pereira de Moraes
Sargento da Polícia Militar da PB, é Psicólogo. E tem especialização em Criminologia e Psicologia Criminal. Atualmente trabalha no 5º BPM/PB. Contato (83) 98831 2855.

1. As ações da polícia precisam ser legítimas e para isso é preciso dotar os policiais com as condições necessárias dentro de um sistema legitimador e regulador.

2. O que leva os policiais a terem dúvidas e receio de como agir nas ocorrências policiais? Poderia sugerir: a inócua formação, treinamento e capacitação descontinuada existentes nas corporações, falta de normas gerais de ação, ausência de procedimentos operacional padrão policial em ocorrências, falta de seleção com perfil profissiográfico, inexistência de tecnologias e recursos humanos, carência dos meios para treinamento dos policiais, ausência de uma política de valorização policial, péssimos salários.

3. Desta forma os constantes confrontos, mortes de policiais e perseguições sofridas pelos agentes da Lei têm levado os policiais do Brasil a passarem a reclamar da falta de apoio e proteção do Estado e da sociedade. Sendo assim quando e como agir frente a criminalidade? Bandidagem que se utiliza de armas bélicas (Rifle de Assalto Kalashnikov AK-47, Sub metralhadora USE, Fuzil Cal. ponto .50 e até granadas), além de estratégias criminosas!

4. Além do mais um Estado autoritário contra os próprios policiais, que reivindicam mais direitos, mais condições, mais democracia dentro dos quarteis, mais participação na gestão da instituição, melhores condições de trabalho, mudanças na legislação castrense. Lembrando que parte das justiças militares e sua legislação se equivalem a um estado de exceção, onde os policiais militares deixam de ser vistos como sujeitos de direitos a luz da constituição, a nossa Carta magna.

5. Os constantes confrontos armados têm levado os policiais a se depararem com infinitas penalidades, tais como: As possibilidades de terem suas vidas ceifadas; a execração pública e continuada que o faz perder a energia para trabalhar e produzir na defesa da sociedade quando supostamente cometem erros, como se assim o fosse uma regra, e não o é; e a possível condenação na justiça, esperando o tribunal que o policial, antes morresse. Estes eventos tem tomado de refém até mesmos os mais insistentes policiais.

7. É fato, portanto, que temos um sistema corrupto, uma sociedade que insiste na cultura da violência, um Estado ausente e incompetente para construir a cultura de paz e dignidade, uma polícia com deficiências históricas gritantes, uma marginalidade social crescente e cada vez mais articulada territorialmente.

8. Ainda vivemos num Brasil, que pessoas, ao ser abordadas por agentes públicos, se rebelam e diz: “Sabe com quem você estar falando”? O cidadão precisa entender, de uma vez por todas, que a abordagem policial é um instrumento legal do Estado e necessária à cidadania. Naquele momento, o policial é o Estado, e deve ser respeitado. E deve ser a própria sociedade a aprovar e empoderar as ações legitimas da Polícia, cabendo às polícias errarem menos, para serem mais respeitadas.

9. No Brasil, são constantes as explosões em agências bancarias ou unidades financeiras, e ocorrem geralmente nos períodos noturnos, exatamente onde os poucos policiais que ficam na rua, se sentem sem apoio, enquanto todo sistema criminal “está dormindo”. Como enfrentar bandos armados com fuzis e armas com calibres bem superiores ao da Polícia? Em viaturas sem equipamentos, sem tecnologia, e com comunicação deficiente? O que espera a sociedade e o governo, que os policiais façam?

10. Inegavelmente o momento é de avalizar uma reação social, para uma política de estado na Segurança Pública, e não mais de governo. Em parte, a “operação Lava Jato” nos impõe a proposta de instrumentos regulatórios mais eficientes e pessoas mais corajosas, contra a corrupção, promovedora de violências e pobreza. Sendo assim, é preciso reformular conceitos culturais. É preciso a construção de uma política criminal séria, eficiente e eficaz. É preciso a unidade das forças policiais para uma reforma e modernização das policiais e de sua legislação. É Preciso coragem dos comandantes e dos gestores também. Uma polícia mais bem preparada e que possa atuar em áreas específicas de competências, e ofertando corresponsabilidades. A polícia, tal como se encontra, faz tudo e quase nada termina. O ciclo é constantemente quebrado e muito mal avaliado.

11. Esta situação de impotência das polícias é fruto de uma sociedade incapaz de fazer a limpeza na política e de verdadeiramente enfrentar as mazelas da corrupção, da criminalidade e da ausência de políticas públicas na educação transformadora, trabalho, cidadania e segurança. Num país que se comete 59.5 mil mortes violentas em único ano, neste caso em 2014, segundo o Mapa da Violência do Brasil, construído pelo IPEA, e o que dizer das mortes de policiais em detrimentos de suas profissões, fato este que revela bem a fragilidade da profissão e a omissão do Estado. 

12. A verdade é que
os policiais também estão sendo vítimas da violência e do preconceito violento. A meu ver a sociedade, as instituições policiais e os governos precisam construir uma “rede social, econômica e legal de proteção e valorização aos bons policiais”. Quando se mata um policial se mata toda uma sociedade, portanto, a justiça não pode ser violenta, muito menos ser ingênua. E os policiais precisam se “rebelar” de forma legítima contra as violências que estes sofrem a todo instante, sem terem a quem recorrer. Desta forma, fica claro que quem promove a insegurança no Brasil é o próprio Estado brasileiro.


Sargento PEREIRA.
PM/PB - JP. Face: sargento Pereira.