Astronadc Pereira, é policial militar, Psicologo e professor. Mais conhecido como Sargento Pereira.

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Um homem com sonhos e pé no chão com a certeza de que o amor e a felicidade é o combustível que nos nutri de esperanças e fé. Prefiro que não discutam comigo e sim com minhas ideias.
Paz, felicidades, saúde e fé.

Astronadc Pereira

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Pereira reforça pleitos apresentados por policiais militares em ato de frente ao palácio

 Astronadc Pereira (sargento Pereira) participou, na última quinta-feira (22), do ato público realizado pelos policiais militares da Paraíba em frente ao palácio do governo do estado.
 Os profissionais da segurança pública pautaram a luta por direitos, a reforma no sistema policial e a exigência de uma polícia cidadã e valorizada.
 Eles reivindicam o Plano de Cargos, Careira e Salários (PCCR ) com carreira única dentro da polícia; subsidio; extinção do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar (RDPM) e sua substituição por um código de ética que respeite a Constituição Federal; implantação do risco de vida e adicional noturno; paridade entre ativos, inativos e pensionistas; ajuste financeiro no policiamento remunerado (serviço extra); fim das perdas salariais e a regulamentação da jornada de trabalho de acordo com o que prevê a lei.
 Falando a categoria, Pereira disse que as pautas apresentadas são prioridades do coletivo policial militar, porém há outras necessidades. “Queremos uma reforma no sistema de justiça criminal e no sistema policial; uma política habitacional para os policiais e todos os profissionais da segurança pública; uma política de saúde que atenda o biopsicossocial do policial; a valorização de todos os profissionais da área de segurança pública e que os direitos humanos dos policiais sejam respeitados”, pontuou.
 Pereira lembrou que o foco maior da luta dos policiais é a segurança de todos os paraibanos. Todavia, ressaltou que sem as devidas condições de trabalho não há possibilidades de se prestar uma boa segurança.
 “Queremos uma política de estado para a segurança pública da Paraíba e não uma política de governo”, frisou.
  Assessoria de Imprensa







Pereira participa de atividade do movimento antimanicomial na Paraíba






Pereira, que além de sargento da PM/PB é psicólogo, participou no último dia 12, de frente ao Palácio do Governo da Paraíba, das atividades alusivas a IV Semana Estadual de Luta Antimanicomial, que teve como tema “Em cada loucura um grito de liberdade”.

A movimentação reuniu profissionais da saúde e da educação, além de pacientes, que compartilharam músicas, apresentações e pronunciamentos.

Pereira se disse honrado por ter participado das alegrias e escutado as histórias de luta do movimento antimanicomial, “que cada vez mais ganha formato na Paraíba e no Brasil”.




Assessoria de Imprensa.

Pereira manifesta apoio à luta dos profissionais da Polícia civil da PB






Astronadc Pereira(sargento Pereira) prestou solidariedade aos servidores da polícia civil da Paraíba que na última quarta-feira dia (21/5) fizeram uma paralisação de 12 horas. A movimentação aconteceu na maioria dos estados. Na Paraíba, o ato se deu em frente ao palácio do governo da Paraíba, na Capital.

Pereira contatou in loco as reivindicações da categoria: os policiais querem um novo modelo de Segurança Pública e melhores condições de trabalho; valorização de todos profissionais da Segurança Pública; estruturação e modernização dos ambientes de trabalho e das delegacias; aumento do numero de policiais como prevê a lei (1.835 para 9.131 policiais civis); diálogo com o governador.

O sargento da PM/PB levou o seu recado aos servidores da polícia civil.

Confira:

_Estou aqui, como integrante da Comissão Estadual de Direitos Humanos (CEDH), para prestar apoio e reconhecer a força e a coragem dos companheiros e companheiras da Polícia Civil da Paraíba.

_Companheiro(a)s quero dizer da necessidade de reforçar a unidade na luta por direitos. Todos nós, profissionais da segurança pública, precisamos de unidade para um projeto maior que é a promoção de uma segurança pública de qualidade. O nosso foco deve ser sempre o cidadão, a sociedade, o Brasil.

_Nesta perspectiva devemos perguntar qual o modelo de polícia a sociedade quer? Qual o modelo de polícia os policiais desejam? Queremos uma polícia que respeite os direitos humanos, uma polícia cidadã! Mas, queremos também que nossos direitos sejam respeitados. Afinal somos (também) cidadãos.

_ Queremos uma reforma no sistema policial. A reforma nas polícias que sonhamos vai muito além da desmilitarização ou salarios. O que queremos é que todos os profissionais da polícia brasileira tenham as mesmas oportunidades e que as estruturas internas da polícia e do governo promovam uma verdadeira segurança pública e uma política de valorização aos profissionais da segurança.

_Queremos uma reforma profunda no Sistema de Justiça Criminal do Brasil, para o bem de todos os paraibanos e brasileiros.

_Não haverá segurança de qualidade no Brasil enquanto o sistema prisional no país estiver falido e corrompido; as policias estiverem com um modelo adverso ao estado democrático de direito e a justiça brasileira não promover a sua própria redemocratização.

_Só haverá segurança Pública de qualidade e consequentemente diminuição da violência quando o governo e a sociedade promoverem uma reforma no sistema de justiça criminal, ou seja, a polícia brasileira for reformada e ter uma postura de repressão qualificada abandonando o atual modelo pretoriano; o sistema prisional passar por uma profunda mudança e passar a ter um papel ressocializador sem corrupção e sem violência; uma justiça mais democrática, eficaz e acessível para todos; políticas públicas de segurança, associadas a uma educação de qualidade, e qualificação para jovens e adultos.

_Precisamos promover uma emancipação política. Precisamos nos unir para este projeto de reformas nas polícias e nas estruturas do estado brasileiro, seja na polícia, na educação, na segurança pública, na saúde e tantas outras áreas. A maioria dos políticos que estão no poder não nos representa, não estão na luta da corporação policial e não se identifica com nossas bandeiras. Precisamos ocupar estes espaços de poder para promovermos estas mudanças que tanto sonhamos.

_Por fim, informo a todos que em setembro os movimentos sociais do Brasil vão promover um Plebiscito por um uma Constituinte Exclusiva e Soberana para o Sistema político. Será um momento importante na construção dessas reformas necessária ao Brasil. E amanhã eu e os companheiros da polícia militar estaremos aqui na praça dos três poderes para manifestar as nossas pautas e dia 29 de maio será a assembleia geral da categoria policial militar da PB. Paz, felicidade e sucesso para todos.


Assessoria de Imprensa




CEDH debate posicionamentos da Câmara Municipal de João Pessoa

O auditório da OAB/João Pessoa foi palco, no último dia 12, de uma plenária que teve como objetivo discutir a promoção e a defesa da igualdade, respeito à diversidade, laicidade do estado, universalidade das políticas, justiça social, transparência dos atos públicos e da participação e controle social.

O evento, realizado no turno da tarde, foi organizado pelo Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba (CEDH/PB) e contou com a participação de movimentos sociais e populares; entidades; ONG´s; profissionais de diversas áreas; comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros); representantes da OAB, do Sindicato dos Jornalistas, de matrizes africanas e de várias denominações religiosas.

O debate central se deu em torno das ações da Câmara Municipal de João Pessoa que, segundo os organizadores, vem tomando posicionamentos a favor do fundamentalismo e do conservadorismo.

Os segmentos sociais manifestaram preocupação com os títulos de cidadãos pessoenses concedidos ao pastor Silas Malafaia, a jornalista Rachel Sherazade, ao senador Magno Malta e aos pronunciamentos realizados no plenário da Casa Legislativa.

“Qual a prestação de serviço que estes homenageados realizaram para João Pessoa? Qual o critério para se conceder a homenagem?”, questionaram, assinalando que a Câmara de João Pessoa deveria homenagear pessoas que tenham prestado relevantes serviços para a população pessoense e paraibana, e que respeite os direitos humanos.

Eles consideram essas atitudes um ataque a cidadania dos LGBTs, feministas, negritude, as crianças e adolescentes infratores, aos praticantes de religião afro-brasileira, aos profissionais do sexo e a dignidade da pessoa humana.

Ao término da reunião foi formada uma comissão para pensar as ações jurídicas e políticas para tratar das homenagens feitas pela Câmara.

 Assessoria de Imprensa























































quarta-feira, 28 de maio de 2014

CEDH vai acompanhar desfecho da violência sofrida por representantes da comunidade LGBT


Atendendo pedido do presidente do Movimento Espírito Lilás (MEL), Renan Palmeiras, o Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH) compareceu à Câmara Municipal de João Pessoa, na manhã do último dia 16, para acompanhar os membros do movimento agredidos por seguranças daquela Casa Legislativa.

Renan Palmeiras contou que ele e outros integrantes da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) foram impedidos e até agredidos quando entraram na Câmara Municipal para protocolar um documento contra os títulos concedidos a pessoas públicas que pregam a violência e o ódio ao movimento LGBT, negros e pobres.

Ao lado de outros integrantes do CEDH, o conselheiro sargento Pereira registrou as imagens, escutou as queixas dos representantes da comunidade LGBT e destacou a importância do dialogo. Ele disse que o CEDH vai acompanhar o desfecho da violência praticada na Câmara.




Assessoria de Imprensa


terça-feira, 13 de maio de 2014

Sargento Pereira prestigia encontro da Frente de Esquerda da Paraíba


Sargento Pereira prestigia encontro da Frente de Esquerda da Paraíba

Os partidos que compõem a Frente de Esquerda da Paraíba - PSOL, PSTU e PCB - estiveram reunidos na sede da SINTESP (UFPB), no último dia 10, para discutir a posição dessas siglas nas eleições deste ano.

Astronadc Pereira(sargento Pereira), que participou do ato político como convidado, fez um pronunciamento afirmando que a Frente de Esquerda criada se levanta contra a alternância de poder no estado e pode se apresentar como alternativa para os paraibanos.

Confira a declaração de Pereira na íntegra:

_Companheiros e Companheiras a contínua alternância de poder na Paraíba tem se mostrado falida. São os mesmos nomes que ditam a política neste estado, mostrando-se incapazes de resolver problemas como segurança pública, violência, saúde, educação, mobilidade urbana, corrupção e tantos outros que perturba os paraibanos e os brasileiros. Parece que os políticos não ouviram as manifestações de junho/julho de 2013, e o povo pede soluções para esses problemas!!!

_Com esses grupos historicamente se aliando, se desfazendo e se alternando no poder, ficou um “espaço”a ser ocupado. O povo estar calado e precisamos ter a sensibilidade e a capacidade de entender o que o povo deseja. É neste campo que eu quero falar. A frente de esquerda na Paraíba pode e deve ocupar este “espaço” se apresentando como uma alternativa para a Paraíba. É neste“espaço”que se pode apresentar um verdadeiro projeto de transformação social para os paraibanos.

_Qualquer projeto transformador passa por uma unidade e um forte diálogo com os movimentos populares, com os movimentos sociais, com as entidades de classe, com a saúde, com a segurança pública, com os setores da educação, com os paraibanos, e isto é essencial para construção de uma nova prática política. É preciso e é possível que este projeto dialogue com todas as camadas sociais. Esta unidade deve ir além das eleições de outubro de 2014.

_O Crime organizado, a corrupção, a incompetência, a falta de diálogo, a ausência de um projeto consistente, a falta de uma boa prática política e a contínua alternância de poder na política brasileira tem sucumbido às estruturas do estado brasileiro e de seus entes federativos. Como consequência, disto tudo, há uma ineficiência ou ausência completa de serviços públicos de qualidade, inclusive nos serviços prioritários, como é o caso da segurança pública, saúde e educação. As estruturas do estado brasileiro estão apodrecidas e corrompidas e, ainda mantêm-se a mesma gestão administrativa dessas estruturas quando da ditadura militar no Brasil.

_Os governos que se alternaram no poder e os políticos paraibanos não querem pautar os grandes temas. Não há uma política clara nas questões dos direitos humanos na Paraíba. Faltam políticas públicas que cheguem às camadas mais empobrecidas da Paraíba. Há a violência simbólica, o machismo, o autoritarismo, a fome, a extrema pobreza e o medo da criminalidade. O preconceito e violência contra as mulheres, jovens, negros, pobres, viciados, grupos GLBTs e até contra trabalhadores, é fruto das velhas e corruptas práticas políticas. Até os profissionais da Segurança Pública, estão sendo vítimas da violência, tanto urbana quanto institucional.

_A frente de esquerda criada na Paraíba se levanta contra a alternância de poder no estado e pode se apresentar como alternativa para os paraibanos.

_O que a sociedade deseja? Nós queremos reformas profundas nas estruturas do estado brasileiro e queremos que o povo participe das decisões do poder. Queremos um Brasil melhor, muito melhor. Queremos uma Paraíba mais segura, sem violência e com oportunidades para todos. E para isso precisamos fazer uma emancipação política na Paraíba. Precisamos fazer um empoderamento dessas propostas e transmitir de forma clara o projeto de transformação social para todos os paraibanos.

- Muito obrigado à todos, paz e felicidades.

Assessoria de Imprensa


Cerca de 830 milhões de mulheres não têm proteção à maternidade no trabalho

Paraíba, 13/05/2014
Cerca de 830 milhões de mulheres não têm proteção à maternidade no trabalho


Cerca de 830 milhões de mulheres em todo o mundo não têm proteção adequada no trabalho em relação à maternidade. A conclusão está no relatório Maternidade e Paternidade no Trabalho: Lei e Prática no Mundo, divulgado nessa segunda-feira (12) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

De acordo com a organização, 80% dessas mulheres estão na África e na Ásia, regiões em que há predominância de trabalho informal e altas taxas de mortalidade materna e infantil.

Para esse contingente de mães que trabalham, direitos como licença-maternidade remunerada, pausas para amamentação, garantia de emprego no fim da licença, acesso a creches, proteção contra ameaças à saúde e à segurança durante a gravidez e igualdade de tratamento no ambiente de trabalho não são garantidos na prática. Conforme o estudo, essas trabalhadoras, na maioria, são autônomas, migrantes, empregadas domésticas, trabalhadoras rurais, informais ou temporárias ou de origem indígena ou tribal.

“Para ter igualdade de gênero, tem de haver proteção à maternidade. E se você não tem equidade em casa, será uma batalha tê-la no trabalho. É aí que entram os benefícios à paternidade [para estimular a ajuda masculina em casa], assistência à criança e outras políticas de proteção à família”, disse a chefe a OIT sobre questões de Gênero, Equidade e Diversidade, Shauna Olney.

De acordo com o documento, embora 66 dos 185 países-membros da OIT tenham se comprometido a pelo menos uma das três convenções da organização sobre o tema, 87 (47%) não respeitam o padrão mínimo de 14 semanas de licença-maternidade. Em relação à licença-paternidade, nos 167 países sobre os quais há informações, 70 a concedem de forma remunerada. O descumprimento das exigências é maior nos países em desenvolvimento.

O relatório também constatou que a discriminação em relação à maternidade persiste em muitos países e piorou com a crise econômica global. Em economias europeias, há registros de trabalhadoras que tiveram de assinar cartas de demissão, no momento da contratação, para serem usadas caso a mulher ficasse grávida ou tivesse de se ausentar por doença ou problema familiar.

“Enquanto os dados sugerem que muitos países adotaram em suas leis os princípios da proteção da maternidade e do suporte aos trabalhadores com responsabilidades familiares, a falta de proteção, na prática, continua sendo um dos maiores desafios para a maternidade e a paternidade no trabalho hoje em dia”, destacou o documento.

No Brasil, as mulheres têm direito a quatro meses de licença-maternidade remunerada (16 semanas) pelo sistema de Previdência Social, prorrogáveis por mais dois, caso o empregador permita. Em relação à licença-paternidade, são cinco dias corridos remunerados a partir do dia do nascimento do bebê. Os mesmos direitos são estendidos aos pais adotantes heterossexuais.


No caso de homens homossexuais, é concedida licença do trabalho, mas o salário-maternidade não era admitido. Recentemente, a Justiça brasileira concedeu a um pai homossexual adotante o direito de receber salário integral enquanto cuidava do filho.

Fonte: A gência Brasil

Sargento Pereira manifesta apoio à luta dos profissionais da Polícia Federal


Sargento Pereira manifesta apoio à luta dos profissionais da Polícia Federal

Astronadc Pereira(sargento Pereira) prestou solidariedade aos agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal que no último dia 7 fizeram uma paralisação de 24 horas. A movimentação aconteceu na maioria dos estados. Na Paraíba, o ato se deu em frente à sede da PF, na Capital.

Pereira contatou in loco as reivindicações da categoria: reestruturação da carreira, reajuste salarial, novas contratações e mudanças nos processos de investigações criminais.

Também escutou o relato de que os salários dos profissionais não são reajustados há sete anos, uma defasagem que chega a 45%.

O sargento da PM/PB levou o seu recado aos funcionários da Polícia Federal.

Confira:

_Estou aqui, como integrante da Comissão Estadual de Direitos Humanos (CEDH), para prestar apoio e reconhecer a força e a coragem dos companheiros e companheiras da Polícia Federal.

_Companheiro(a)s quero dizer da necessidade de reforçar a unidade na luta por direitos. Todos nós, profissionais da segurança pública, precisamos de unidade para um projeto maior que é a promoção de uma segurança pública de qualidade. O nosso foco deve ser sempre o cidadão, a sociedade, o Brasil.

_Nesta perspectiva devemos perguntar qual o modelo de polícia a sociedade quer? Qual o modelo de polícia os policiais desejam? Nós, policiais progressistas, queremos uma polícia que respeite os direitos humanos, uma polícia cidadã! Mas, queremos também que nossos direitos sejam respeitados. Afinal somos (também) cidadãos.

_ A reforma nas polícias que sonhamos vai muito além da desmilitarização, questões salariais, cargos ou poder. O que queremos é que todos os profissionais da polícia brasileira tenham as mesmas oportunidades, que as estruturas internas da polícia e do governo promovam uma verdadeira segurança pública e uma política de valorização aos profissionais da segurança.

_Queremos uma reforma profunda no Sistema de Justiça Criminal do Brasil!!!

_Não haverá segurança de qualidade no Brasil enquanto o sistema prisional no país estiver falido e corrompido; as policias estiverem com um modelo adverso ao estado democrático de direito e a justiça brasileira não promover a sua própria redemocratização.

_Precisamos promover uma emancipação política. Precisamos nos unir para este projeto de reformas nas polícias e nas estruturas do estado brasileiro, seja na polícia, na educação, na segurança pública, na saúde e tantas outras áreas. A maioria dos políticos que estão no poder não nos representa, não estão na luta da corporação policial e não se identifica com nossas bandeiras. Precisamos ocupar estes espaços de poder para promovermos estas mudanças que tanto sonhamos.

_Por fim, informo a todos que em setembro os movimentos sociais do Brasil vão promover um Plebiscito por um uma Constituinte Exclusiva e Soberana para o Sistema político. Será um momento importante na construção dessas reformas necessária ao Brasil.


Assessoria de Imprensa









CEDH promove encontro para debater ações da Câmara Municipal de João Pessoa













CEDH promove encontro para debater ações da Câmara Municipal de João Pessoa 

Nesta segunda – feira (12/5) o CEDH-Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba realizou uma plenária na sede da OAB em João Pessoa. O evento teve como objetivo a promoção e a defesa da igualdade, respeito a diversidade, laicidade do Estado, a universalidade das políticas, justiça social, transparência dos atos públicos e da participação e controle social. O evento ocorreu às 15h no auditório da OAB, o debate central foi às ações da Câmara Municipal de João Pessoa que vem tomando posicionamentos a favor do fundamentalismo e do conservadorismo.
Além do CEDH, participaram os movimentos sociais, entidades, ONG´s, profissionais, movimentos populares, movimento LGBT, representante da OAB, sindicato de Jornalismo de João Pessoa, representantes de matrizes africanas, representante de igreja evangélica entre outros.
Os diversos segmentos sociais presentes manifestaram preocupação com os títulos de cidadãos pessoenses concedidos ao pastor Silas Malafaia, a jornalista Rachel Sherazade, ao Senador Magno Malta e aos pronunciamentos realizados na Câmara Municipal de João Pessoa.
Foi questionado pelos presentes qual foi o trabalho, ou a prestação de serviço que estes homenageados realizaram para João Pessoa? Qual foi o critério para se conceder a homenagem? 
Segundo os participantes foram um ataque à cidadania dos LGBTs, feministas, negritude, as crianças e adolescentes infratores, aos praticantes de religião afro-brasileira, aos profissionais do sexo e a dignidade da pessoa humana.
Ao final do evento foi composta uma comissão para pensar as ações jurídicas e políticas para tratar das homenagens feitas pela Câmara Municipal de João Pessoa.
Os segmentos sociais presentes na plenária concordaram que os pronunciamentos e as posturas destes homenageados, tem uma forte apologia à violência. 
Os presentes na atividade afirmaram que a Câmara Municipal de João Pessoa deveria homenagear pessoas que tenham prestado relevantes serviços para a nossa Capital, João Pessoa, e respeite os Direitos Humanos.

ASTRONADC PEREIRA
CEDH

sábado, 3 de maio de 2014

Pereira manifesta apoio a motoristas e cobradores que lutam para garantir seus direitos






Astronadc Pereira (sargento Pereira) manifestou apoio às lideranças do movimento que lutam pelos direitos dos que operam o transporte coletivo na grande João Pessoa. Ele representou o Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba (CEDH/PB), quarta-feira (30/4), na mobilização de motoristas e cobradores que aconteceu no Parque Solon de Lucena (Lagoa).

Os profissionais exigem que os empresários respeitem seus direitos trabalhistas. Também querem mudar a atual presidência do sindicato da categoria que, segundo afirmaram, está à frente da direção faz vinte anos.

A participação de Pereira no evento reivindicatório se deu a partir de uma visita que os representantes do movimento fizeram ao CEDH.

Confira pronunciamento do sargento Pereira no ato do último dia 30:

As empresas e seus proprietários precisam respeitar a saúde e os direitos das trabalhadoras e trabalhadores que operam os transportes coletivos em João Pessoa, já que estes estão expostos à violência urbana e social e à doenças psicossomáticas. Os riscos de acidentes são grandes. Além do mais, diariamente vivem submetidos ao calor, ruídos, vibração e trepidações, aumentando, assim, o risco de abalo na pressão arterial, tonturas e fadiga muscular.

Os profissionais também vivem sujeitos a riscos químicos como poeira, monóxido de carbono e ao pó do asfalto. É uma atividade extremamente estressante. Há um forte sentimento e sensação de medo. Medo dos assaltos e da violência dentro dos veículos que eles operam.

Segundo pesquisa acadêmica, 85% destes profissionais são casados. Infelizmente, as empresas e seus empresários não disponibilizam condições necessárias de trabalho. Falta manutenção de serviços e veicular. É um trabalho solitário. Os motoristas e cobradores sofrem inúmeras pressões dos usuários e convivem com o temor de serem assaltados ou mortos.

Há denuncias de que algumas empresas obrigam os motoristas e cobradores a pagarem os valores que por ventura for levado durante um assalto ao ônibus. Faltam banheiros e locais de descanso. Tem, ainda, a imposição da dupla função, ou seja, o motorista é obrigado a trabalhar também de cobrador.

A jornada de serviço estabelecida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT ), da qual o Brasil é signatário, é de 44 horas. Tem informação de que quando este horário é ultrapassado não é devidamente remunerado.

A convenção coletiva de trabalho de 2008/2009 estabelece que quando a jornada de trabalho semanal exceder às 44 horas ele deverá ser remunerada, exclusivamente, com um percentual adicional de 50% sobre o valor da hora normal.

Todos estes transtornos podem acarretar em um perigo eminente para transeuntes e usuários de transporte coletivo. Outro detalhe que chama a atenção é que ao terminar o serviço essas pessoas ficam na rua até altas horas da madrugada para, a pé ou de carona, poderem retornar as suas casas. Isto ocorre por que as empresas não disponibilizam transportes.

Precisamos apoiar as legitimas reivindicações de motoristas e cobradores. O Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba (CEDH/PB) esta à disposição e atento, e não hesitara em prestar solidariedade acompanhando trabalhadoras e trabalhadores que tiverem seus direitos desrespeitados.

Assessoria de Imprensa

Sargento Pereira discute reforma política com trabalhadores rurais do município de Caaporã






 Sargento Pereira discute reforma política com trabalhadores rurais do município de Caaporã

Astronadc Pereira (sargento Pereira) esteve visitando, no domingo (27/4), o acampamento do MST - Nova Esperança, localizado no município de Caaporã, litoral paraibano.

Pereira, que integra a Secretaria Estadual do Plebiscito Popular por uma Constituinte exclusiva e soberana do sistema político, conversou com os trabalhadores sobre a necessidade de uma reforma política que assegure a participação popular.

Explicou que, pelo regulamento atual, os políticos são quem decidem o que fazer e como fazer. "Nós queremos mudar esta lógica. Queremos uma política em que as pessoas possam opinar, ou seja, um sistema político participativo”.

Pereira ressaltou que o atual sistema político brasileiro esta vinculado ao interesse Norte Americano e que o golpe de 64, promovido pelo governo dos Estados Unidos, é uma prova de que o sistema esta mesmo a serviço das grandes corporações internacionais.

Ele citou a questão da segurança pública e outros temas importantes que comprovariam essa vinculação. “Partidos políticos têm se curvado às grandes corporações que por patrocinar candidaturas passam a ditar a política. Políticos que nas Assembleias Legislativas e na Câmara Federal não discutem os temas como reforma no sistema policial; educação e saúde de qualidade; mobilidade urbana; segurança pública de qualidade; combate efetiva a corrupção; violência contra mulheres, remanescentes quilombolas, índios, jovens e crianças; reformas agrária, tributaria e política; atentado ao meio ambiente".

Sargento Pereira lembrou que a atividade política de formação está acontecendo em várias cidades, bairros e segmentos sociais, e que cerca de mil pessoas da Paraíba passarão por um curso antes do Plebiscito. "Elas deverão se juntar aos movimentos sociais, as entidades de classe (sindicatos e associações de moradores) e coordenados pela secretaria estadual e pelos comitês farão o Plebiscito por uma Constituinte exclusiva e Soberana do Sistema Político no Brasil”.



Assessoria de Imprensa