Astronadc Pereira, é policial militar, Psicologo e professor. Mais conhecido como Sargento Pereira.

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Um homem com sonhos e pé no chão com a certeza de que o amor e a felicidade é o combustível que nos nutri de esperanças e fé. Prefiro que não discutam comigo e sim com minhas ideias.
Paz, felicidades, saúde e fé.

Astronadc Pereira

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

NOTA DE REPÚDIO CONTRA A PRISÃO DISCIPLINAR DO SARGENTO HELAMÃ RIBEIRO DO CORPO DE BOMBEIROS DA PB

ESTADO DA PARAÍBA
COLETIVO POLICIAL MILITAR DA PARAÍBA

As entidades de classes e organizações sociais em defesa dos direitos humanos, abaixo relacionadas, vêm repudiar publicamente a decisão administrativa publicada no último dia 23 de fevereiro, pelo Comando do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, que resolveu punir o 1º Sargento José Helamã Gomes Ribeiro com prisão disciplinar.

Registre-se em público que o referido militar está em gozo do seu direito de recorrer da referida decisão. Entretanto, atos que denotam abuso de poder põem em risco seu direito de liberdade, demonstram descaso com as garantias legais e expõem o ambiente perverso e desumano das instituições militares.

Tal ato administrativo caminha em confronto aos direitos constitucionais da ampla defesa, contraditório e devido processo legal. Contraria, de igual modo, a Carta Internacional dos Direitos Humanos, que prevê que ninguém pode ser arbitrariamente preso.

Necessário se faz que as autoridades constituídas em nosso estado, em sendo elas o Poder Executivo, representado pelo Sr. Governador Ricardo Vieira Coutinho, o Poder Judiciário, o Legislativo Estadual, o Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil possam ter ciência das arbitrariedades que os militares estaduais vem passando, notadamente com a aplicação de leis arcaicas e muitas vezes perversamente interpretadas, quando não apenas o uso abusivo do poder conferido pelo Estado.

Ficam, portanto, repudiados todos os atos contrários aos direitos humanos emanados pelo Comando do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba.

Segmentos que assinam,


ASSPOM – ASSOCIAÇÃO DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLÍCIA MILITAR

MANDATO DO VEREADOR CABO PM RUBENS DA CIDADE DE BAYEUX
ONG ABOLIÇÃO MILITAR

COLETIVO POLICIAL MILITAR DA PARAÍBA

ASSEMP – ASSOCIAÇÃO DAS ESPOSAS, MÃES E PENSIONISTAS DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DA PARAÍBA

ASSOCIAÇÃO CORPO DE BOMBEIROS CIVIL E VOLUNTARIOS DO ESTADO DA PARAÍBA

COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DA OAB DO ESTADO DA PARAÍBA

ASSOCIAÇÃO DE CULTURA POPULAR VILA REAL  -  AREIA

ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA ANGOLA PALMARES

CORDENAÇÃO DA IGUALDADE RACIAL – NIVALDO PIREZ

UNIÃO INTERNACIONAL DE PASTORES E CAPELÕES VOLUNTARIOS - ONIPAS

ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA PELA IGUALDADE SOCIAL DO BAIRRO DA CIDADE VERDE /BAIRRO DAS INDUSTRIAS JP





terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

AS LESÕES SOFRIDAS PELO SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR DA PB DAVI CRISTIANO E UMA BREVE REFLEXÃO DOS DIREITOS CIVIS





Companheiros e Companheiras,
Nobres Profissionais da Segurança Pública da Paraíba,

Nos últimos dias, temos acompanhado fatos que se tornaram públicos na sociedade paraibana, entre eles destacamos a prisão do soldado da Polícia Militar Davi Cristiano das Neves, 30 anos, que, após sair do bloco das Muriçocas do Miramar, oportunidade em que conduzia sua motocicleta em companhia de outra pessoa, foi abordada por policiais militares, e que segundo o soldado Davi e testemunha, os policiais tentaram contra sua vida, resultando, felizmente, apenas em graves lesões.

Foi conduzido para o Hospital de Traumas, na Capital, ferido com uma coronhada na cabeça, cortes na boca e um disparo de arma de fogo na perna esquerda, momento em que foi atendido pela equipe médica.

Registre-se ainda que, mesmo diante dos ferimentos, incluindo aquele provocado por arma de fogo, o soldado fora algemado e conduzido no xadrez da viatura policial para o pronto socorro hospitalar.

O pior ainda está por vir. O referido militar, vítima da desastrosa e criminosa abordagem policial, foi conduzido no dia seguinte para os procedimentos do auto de prisão em flagrante na sede do 1º Batalhão de Policia Militar.

Seria cômico se não fosse trágico!

O policial que foi vítima de uma ação policial desumana foi acusado de desacato e por isso figurou  como bandido numa acusação sem pé nem cabeça que logo tomou conta da cidade, tamanha fora a arbitrariedade da ação miliciana.

O caso foi informado ao Ouvidor Geral de Polícia, e ao Presidente Estadual do CEDH – Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba, que de imediato não mediram esforços para que o policial militar David Cristiano tivesse seus direitos assegurados. Após a repercussão negativa, o acusado foi acompanhado no seu flagrante pelo Ouvidor Geral da Polícia e dos advogados.

Em seguida,  Davi Cristiano foi conduzido para o 5º BPM onde ficou preso. Mas a sua reclusão na cela do 5° Batalhão da Polícia Militar causou comoção na categoria policial militar, tendo em vista, o soldado se encontrar ferido com um tiro de arma de fogo na perna, um profundo corte na cabeça, além de outros hematomas e escoriações, necessitando, portanto, de acompanhamento médico e apoio familiar.

Novamente, o caso foi relatado ao Ouvidor Geral de Polícia, e ao Presidente Estadual do CEDH – Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba. Este, por sua vez, enviou uma comissão de conselheiros para visitar o soldado Davi no 5º Batalhão de Polícia. Antes que a referida comissão constatasse a precariedade da cela onde estava o militar ferido, houve, ainda de madrugada, a tranferência dele para o Centro de Educação da PM, em Mangabeira, após determinação do Comandante Geral da Polícia Militar.

A comissão dos Direitos Humanos, representada pelo Promotor de Justiça Marinho Mendes, juntamente com policiais militares e três advogados, deslocaram-se até o Centro de Educação da Polícia Militar, a fim de saber das reais condições do soldado, bem como do que de fato ocorreu naquele fatídico dia.

Estranhamente, o soldado estava acompanhado de enfermeiros e médicos, os quais davam todo o suporte à saúde do miliciano, situação jamais vista nos últimos anos.

Inegavelmente, o fato supracitado nos traz uma série de questionamentos e significativas reflexões.

Ao contrário do que muitos pensam e apregoam, os organismos que defendem os Direito Humanos também estão em favor dos policiais, desde que sejam vítimas de abusos e violências. Pensar de maneira diversa é alimentar a corrente que pretende afastar os policiais da postura crítica e entrincheirada na defesa dos seus direitos, seja como policial, seja como cidadão. Ou policial também não é humano?

A polícia existe para proteger os direitos humanos de todas as pessoas, inclusive de seus integrantes. Além do mais, a ação policial precisa estar dentro da legalidade, necessidade, proporcionalidade e moderação, seja com quem for.

Os fatos envolvendo o policial acima citado causou indignação em muitos e isso nos chama atenção. Nós temos a capacidade de nos indignarmos com injustiças.  Esse tipo de coisa nos leva a pensar que a categoria policial militar começa a despertar para direitos pessoais e coletivos. Desperta também para o fato de que os Direitos Humanos é um escudo conquistado pela humanidade e que as massas sempre oprimidas podem buscar garantir seus direitos. E nós profissionais da Segurança Pública nos demos conta que nós fazemos parte deste grupo que também sofre com a opressão de um sistema que tem mais de um século. Um sistema que escraviza e não quer ver seus ‘escravos alforriados’.

Possa ser que os últimos acontecimentos no Brasil, e na Paraíba, tenham criado um divisor de águas. Possa ser que tenhamos feito historia. Acostamo-nos a essa ideia porque o caso do soldado Davi recebeu uma maior atenção por parte dos Direitos Humanos. Sabemos que não foi o primeiro, mas apenas mais um caso, diferenciando-se apenas pela visibilidade dada pela imprensa.

 Sabemos que em vários estados do Brasil os policiais estão se organizando a partir da luta por direitos. E nesta busca e construção, nós policiais estamos cada vês mais compreendendo naturalmente os Direitos Humanos. Fato esses que está unindo às diversas formas de pensar, os diversos segmentos policiais, às diversas hierarquias. E estamos indo além dos muros que nos cercam, estamos  ocupando espaços significativos de poder na busca da tão sonhada libertação.

Mas para tudo isso se consolidar,  nós policiais precisamos nos aproximar bem mais da comunidade, e trazê-la para o nosso lado. E só há uma forma de fazer isso: sermos protagonistas na defesa da vida e da lei.

Precisamos abandonar o sentimento de revanchismo, de ódio e o individualismo. Precisamos abandonar a postura reticente aos Direitos Humanos. E é através do diálogo solidário que a conquista por direitos dentro da polícia será uma realidade. Precisamos ter uma relação de respeito e confiança. O nosso trabalho deve ser um ato político e ético.

Precisamos unificar os nossos discursos, as nossas ideias. Precisamos unir o conjunto de forças e definir uma direção política na luta por direitos. Este conjunto de forças precisa estar a serviço da categoria, de todos os profissionais da Segurança Pública e da Sociedade, legitimando as boas práticas.

Como afirma o ex-secretário Nacional de Segurança, o mestre Ricardo Balestreri (1988), “Essa permissividade na violação interna dos Direitos Humanos dos policiais pode dar guarita à ação de personalidades sádicas e depravadas, que usam sua autoridade superior como cobertura para o exercício de suas doenças”.

Assim, temos a percepção de que ao legitimarmos qualquer violência e injustiça contra o público externo, e execrarmos os Direitos Humanos, estamos nos afastando e renunciado os nossos próprios direitos e dando espaço para que mentes psicopáticas ou personalidades desprovidas de capacidade profissional haja com violência contra nossos filhos, contra nossa família, contra nossa comunidade e contra os próprios policiais.

É nesta perspectiva que afirmamos que é relevante o papel policial na edificação de uma cultura de direitos civis. Até mesmo porque o policial é também um cidadão e uma personalidade humana, portanto ao retirar a farda e não estar de serviço continua com plenos direitos e responsabilidades como cidadão.

Às vezes esquecemos que a violência institucional pode bater a nossa porta. Assim fica a pergunta: Como você gostaria que um policial atendesse uma ocorrência na casa de sua mãe, de sua família, ou na sua casa? Mas parece que só compreendemos isso melhor quando somos abordados por um policial inadvertido de conduta ética e legal.

Ao meu ver – e tal como o é, os Direitos Humanos são imprescritíveis, inalienáveis, irrenunciáveis, invioláveis, têm interdependência, são universais, possuem efetividade, e são complementares.

Efetividade porque o poder público deve atuar de modo a garantir a efetivação dos direitos e garantias fundamentais, usando, inclusive, mecanismos coercitivos quando necessários. Afinal esses direitos não se satisfazem com o simples reconhecimento abstrato, mas é imperativo a sua efetivação.

O policial é, contudo, um cidadão qualificado. Como policial, cidadão e ser humano que é, possui os direitos garantidos por lei, mas precisa, para tal excelência, exercer o pleno direito da cidadania, que é o direito a ter direitos. Vai na contra mão deste movimento o preconceito, a intolerância e a discriminação que são atitudes que costumam atingir as massas populares.

Nós policiais militares ainda precisamos conquistar direitos constitucionais já consolidados no Brasil e no mundo, tais como: as garantias judiciais; a igualdade perante a lei; a liberdade pessoal; a liberdade de pensamento e expressão, os direitos políticos e os direitos à Seguridade Social, além de outros.

O problema é que nas entranhas da categoria policial militar a visão é caleidoscópica[1]. Enquanto grupos sociais apresentam-se ágeis e organizados na defesa de seus direitos, há outros que os desconhecem e que, ainda que tendo vaga ideia a respeito do que  se referem, nem de longe encontram-se capacitados a exigir o que lhes cabe por direito.

A ocorrência envolvendo um policial militar que resultou em lesões, e uma contribuição dos Direitos Humanos na busca de assegurar seus direitos mais básicos, como atendimento médico, segurança jurídica e apoio psicológico, demostra bem que os profissionais da segurança pública estão perto de um novo despertar: que o policial é antes de tudo um cidadão e digno de exercer seus direito e tê-los protegidos pelo estado.

Ainda falando da ocorrência envolvendo o soldado Davi Cristiano, não há o que se julgar o mérito de culpados ou inocentes até por que será na justiça esta decisão. Mas sim o excesso.

Mas o respeito e a dignidade que todos os profissionais da segurança têm como valor indissociáveis de sua vida, ser humano e profissional deve ser garantido.

Este coletivo policial militar estará sempre à disposição de todos. E só há uma forma de sermos fortes, que é pela unidade, e a unidade só acontecerá através da luta por direitos. E a conquistas de direitos só será uma realidade quando todos nós nos enxergarmos como sujeitos de direitos.

Assim, não devemos ser confundidos como “defensores de bandidos” por defender os direitos humanos. Não defendemos criminosos, e nem acreditamos que o estado deva se portar como bandido, como se bandido fosse. Deve haver, por parte do agente público de segurança, uma posição absoluta e irredutível, do ponto de vista moral, metodológico e legítimo, entre a sua própria prática e a prática do bandido. Esse último se caracteriza exatamente por ter abdicado dos padrões de civilidade e praticar crimes.

O agente do estado precisa ser a parte exemplar dessa história. E, por principio ele – o policial, é antagônico, o oposto do bandido, cabendo-lhe a nobilíssima tarefa de dar exemplo para a sociedade. E se abre mão disso confunde o imaginário coletivo e ajuda a instaurar a impunidade, a incompetência, a desordem e o crime.

E se a polícia é importante para a manutenção da ordem, evidentemente é importante para a defesa dos direitos. A polícia antes de tudo defende direitos, logicamente direitos humanos. O policial foi instituído pela sociedade para ser o defensor de primeira hora dos direitos humanos.

Portanto, nesta aproximação com a sociedade, e neste movimento na luta por direitos, o policial deve e precisa tomar para si a bandeira dos Direitos Humanos.

Direitos Humanos não pode ser exclusividade apenas de movimentos sociais, das organizações não governamentais, ONGs, Agências, Conselhos e comissões, de personalidades ou militantes. Eles são nossos também, por que somos humanos e precisamos lutar pela conquista e garantias dos nossos direitos enquanto ainda humanos formos.

Obrigado a todos.

ASTRONADC PEREIRA DE MORAES
Sargento da Policia Militar da Paraíba
Tel (083)8831 28 55

Podemos ainda afirmar que a marca do preconceito é a intolerância, bem como não podemos postergar nossos direitos. Se para isso, for necessário buscar coragem e sabedoria, devemos desbravar nossos medos e ultrapassar os muros invisíveis que nos cercam: a ignorância e as resistências que nos impedem de amar e pensar. (Astronadc Pereira).






[1] Tem a ver com olhar para as coisas de diferentes perspectivas, juntando o velho com o novo, disposto a mudar tudo se a possibilidade se apresenta. É necessário que você se desprenda, libere os atuais conceitos cristalizados, as convicções, para encontrar uma nova resposta.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

OPB - Ordem dos Policiais do Brasil.

OPB - Ordem dos Policiais do Brasil informa.

Estamos nos organizando em todo Brasil.

Leiam abaixo.

Grupo do facebook:
http://www.facebook.com/groups/OrdemdosPoliciaisdoBrasil

Página do Facebook:
https://www.facebook.com/OrdemdosPoliciaisdoBrasil

Perfil no Twitter:
https://twitter.com/OPB_Brasil

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OPB - Ordem dos Policiais do Brasil

Tem por objetivo congregar, de forma associativa, profissionais da segurança pública do Brasil, que, dentro de suas esferas de atribuição, exercem ou estão em vias de exercerem a atividade policial, visando a defesa de interesses e prerrogativas e a criação de instrumentos institucionais de representatividade, tendo em vista a constante desvalorização do profissional que desempenha a função policial e o atrasado modelo de segurança, que ainda vigora no país, cujas origens remotam ao Brasil Império.

Poderão associar-se pessoas físicas, integrantes ativos, aposentados e reformados das categorias elencadas nos incisos abaixo e, ainda, suas entidades representativas, sendo vedada a delegados de polícia, oficiais militares e respectivas entidades representativas destas classes.
I – Agentes de Trânsito;
II – Agentes Penitenciários;
III – Guardas Portuários;
IV – Bombeiros Militares;
V – Guardas Municipais
VI – Policiais Civis;
VII – Policiais Militares;
VIII – Policiais Federais;
IX – Policiais Ferroviários Federais;
X – Policiais Rodoviários Federais;
XI - Policiais Legislativos.

MISSÃO:

* O estudo da Ciência Policial, a difusão dos conhecimentos de investigação/prevenção ao crime e o culto à justiça;

* A colaboração e atuação, por todos os meios admissíveis, na manutenção e no aperfeiçoamento das instituições policiais, da ordem social legítima e democrática;

* A promoção da defesa dos direitos, prerrogativas e interesses dos profissionais de segurança pública;

* Fomentar, por todos os meios legais permitidos, a reforma da Segurança Pública, com as seguintes diretrizes:

a) carreira policial (meritocrática e única porta de entrada com início, meio e fim) em todos o s órgãos de segurança pública;
b) ciclo completo de polícia (com atribuições investigativa e preventiva)  em todos os órgãos de segurança pública;
c) natureza civil para todos os órgãos de segurança pública;
c) criação do Sistema Único de Segurança Pública;
d) concretização do Fundo Nacional de Segurança Pública;
e) garantia dos direitos trabalhistas, constitucionais e humanos em todos órgãos policiais;
f) reformulação dos processos internos, com vistas a dar maior celeridade e eficiência à segurança pública;
g) foco finalístico na promoção dos melhores e mais eficientes serviços de segurança pública à sociedade;
h) defesa da meritocracia para a ocupação dos cargos e funções no serviço público, em especial na segurança pública;
i) defesa da autonomia administrativa, científica, financeira e operacional dos profissionais e órgãos de segurança pública.

Para a defesa das prerrogativas Policiais e da Reforma da Segurança Pública, que faz o Brasil perder todos os anos 10% do PIB (ONU/FBSP), com a corrupção e violência. São previstos, ainda, a criação de um Instituto de Pesquisa, uma Confederação, um Partido Político e outros instrumentos de defesa e representatividade, congregando diferentes atores sociais do sistema de segurança e da sociedade.

Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), pela reforma da segurança públicxa e em defesa dos verdadeiros policiais e da sociedade.

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www.opbrasil.org.br

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CATEGORIA POLICIAL MILITAR E BOMBEIROS MILITARES DA PARAÍBA DIVULGA PAUTA, COMISSÃO E EQUIPE DE TRABALHO PARA REALIZAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL NA LUTA POR DIREITOS

COLETIVO POLICIAL MILITAR DO ESTADO DA PARAÍBA


Companheiros da Polícia Militar da Paraíba

A partir de vários debates, reuniões e plenárias desde 2013 a 2015 e de forma consensual e pela maioria ficou aprovada a Pauta da Categoria Policial Militar e Bombeiros Militar da PB, abaixo descrita.


PAUTAS DA CATEGORIA, COMISSÃO ORGANIZADORA E EQUIPE DE TRABALHO
1. Uma política de valorização aos profissionais da Polícia Militar da Paraíba:

- Estender a bolsa alimentação para os reformados como forma de um processo de equiparação salarial conforme prometido em campanha;

- Uma Política de moradia para os policiais militares da Paraíba. Conforme prometido em campanha eleitoral, mas não executada pelo governador da PB até hoje;

- Construir propostas no plano do PCCR e efetivar a Carreira única na PM/PB. Uma política imprescindível de reconhecimento aos bons policiais e a valorização pela meritocracia dos profissionais da Segurança Pública em especial aos policiais militares da PB, tal como estar ocorrendo em diversos outros estados da Federação;

- A seleção para os quadros da Polícia Militar /PB que seja exigido o nível superior completo;
- Implantação imediata do risco de vida para os policiais militares da Paraíba;

- Regulamentação da Jornada de trabalho de acordo com as leis trabalhistas estaduais e Federal. Com carga horaria justa mais banco de horas por horas trabalhada.
2. Extinção imediatamente do RDPM – Regulamento Disciplinar da PM/PB. Extinção imediatamente das prisões disciplinares de policiais militares por considerarmos uma violação grave dos Direitos Humanos dos Policiais Militares e de sua família, e que dentro do código de ética esteja na integra a lei de assedio moral;
3. A JES - A humanização na Junta Médica da Polícia Militar da Paraíba. Com respeito aos policiais militares que precisam de atendimento. Com contratação efetiva de especialistas nas diversas áreas da medicina que a junta precisa. Mas não tem o serviço porque o estado não dispõe desses profissionais;
4. O SERVIÇO EXTRA garantia legal e política de que os policiais militares da Paraíba não estejam obrigados a trabalharem em serviços extras. Pois a obrigatoriedade a uma jornada excessiva de trabalho é um estado de escravidão e uma grave violação de Direitos Humanos. Tornando inclusive um serviço improdutivo e angustiante. A obrigatoriedade só se daria em casos excepcionais como previsto em lei;
5. FORMAÇÃO POLICIAL MILITAR - Garantir uma formação policial dentro dos princípios da pedagogia e dos Direitos Humanos dos Policiais. A instituição policial militar precisa da garantia de que o governador assegure as condições e os recursos na boa formação dos policiais, bem como, na capacitação;
6. Aumento do efetivo policial militar na Paraíba. O seguimento policial militar precisa de recursos humanos à tender as demandas da sociedade e da corporação.


COLETIVO POLICIAL MILITAR NA LUTA POR DIREITOS !!!


DECISÃO DA PLENARIA NA CAIXA BENEFICENTE EM 30  DE JANEIRO 2015

Com aprovação de todos e por unanimidade ficou deliberado os seguintes pontos:

·         Fica aprovada a pauta acima subscrita.
·         Foi criado uma comissão formada por policiais militares para formatar em conjunto com as entidades de Classe da PM/PB a pauta geral para ser apresentada a toda categoria policial militar durante uma assembleia geral da categoria, ainda à ser marcada dia, hora e local.
·         A comissão e as entidades de classe deveram estar juntas em toda mobilização, e processo de diálogo junto ao governo do estado da Paraíba, bem como nas deliberações destas pautas.
·         Haverá a assembleia geral com a categoria no dia 11 de março.
·         A partir desse momento a frase: “Agora a nossa luta é por Direitos” deverá ser sistematizada, compartilhada e bem divulgada combinando a ideia de Cidadania, e luta da categoria.
·         A nossa luta é para prestar um melhor serviço à sociedade e termos dignidade como profissionais da Segurança Pública.
·         Todas essas informações precisam ser compartilhadas e muito bem divulgadas para toda categoria, para todos os profissionais da Segurança Pública da Paraíba e toda sociedade em geral.


·         A comissão criada e aprovada por todos durante a plenária é composta pelos seguintes policiais militares:

COMISSÃO ORGANIZADORA NA CONSTRUÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DA CATEGORIA:

1.      Sargento Helemã Ribeiro (titular)
2.      Sargento Rodrigo (titular)
3.      Sargento Xavier (titular)
4.   Sargento Fraviano (titular)
5.      SD Gusmão (titular)
6.      CB Gilberto (titular)
7.      Sargento Pessoa (suplete)
8.      CB Erverton (suplente)
9.      Sargento Guaubert (suplente)
10.  Sargento Virginio (suplente)
11.  CB Marcel (suplente)
12.  SD Jonh (suplente)

A equipe de trabalho abaixo, será definida na segunda - feira de 02 de março(segunda-feira)

-Equipe Jurídica (3 advogados)
- Equipe de Mobilização
-Equipe de comunicação
-Equipe de apoio
-Etc.

Apoio até agora a realização da assembleia geral da categoria:

- ONG abolição Militar - Cidade de Patos, presidente Cabo SILVANO

- Associação das esposas e mães dos Policiais Militares e BM militares da PB - Presidente ZORAIDE

- Associação dos Subtenentes e Sargentos da Policia Militar da PB  - Ten Lima Braz

- Movimento Policia Cidadã

- Caixa Beneficente da PM e BM da PB

- Clube dos oficiais da PM e BM da PB

OBS: Foram convidados. Estamos aguardando a resposta do convite as demais associações da PM e BM da PB: AMEPI(Sergio Rafael); Associação dos Reformados e a associação dos Cb e Sds da PM e BM.

OBS: Todos podem ser voluntários para as equipes de trabalho proposta


COLETIVO POLICIAL MILITAR DA PARAÍBA

AGORA A LUTA É POR DIREITOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

                                                                                                                

OBRIGADO À TODOS