Astronadc Pereira, é policial militar, Psicologo e professor. Mais conhecido como Sargento Pereira.

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Um homem com sonhos e pé no chão com a certeza de que o amor e a felicidade é o combustível que nos nutri de esperanças e fé. Prefiro que não discutam comigo e sim com minhas ideias.
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Astronadc Pereira

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Sargento Pereira participa de ato festivo em comemoração à luta das nações indígenas da PB








Astronadc Pereira (sargento Pereira) participou sexta-feira (19/4), na Ilha do Bispo - João Pessoa, da comemoração em recordação à luta das nações indígenas da Paraíba. O índio Piragibe foi homenageado como símbolo de resistência. Representantes de entidades e de movimentos populares também prestigiaram o ato festivo.

Falando em nome do Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH-PB) e como um dos organizadores do Plebiscito Popular por uma constituinte soberana e exclusiva, Pereira destacou a luta dos povos indígenas para preservar a própria cultura e sobrevivência; a coragem para enfrentar as adversidades de uma sociedade cada vês mais capitalista e individualista, e o exemplo que esses povos dão ao respeitar a aldeia global chamada de terra.

O sargento lembrou que em todas as culturas é preciso o respeito, o amor e a solidariedade com os mais velhos e com as mulheres. Acrescentou que os jovens índios herdarão de seus pais uma cultura e que preservar esta cultura fará parte da história de todas as tribos, de todas as etnias e de todos os povos indígenas.

Sargento Pereira disse que é preciso evitar que a cultura de violência do homem branco, que tem promovido uma série de atrocidades contra as mulheres, chegue às aldeias.

Presente ao evento, o índio TuãnTupinamba (Amazonas), que tem percorrido o Brasil ajudando na compreensão da cultura indígena, foi citado por Astronadc. “O índio TuãnTupinamba tem contribuído para que os povos indígenas sejam mais compreendidos pelo homem branco. Assim como ele, os caciques e guerreiros merecem todo o nosso respeito e valorização”.

Pereira ressaltou que é necessário aprender com os índios que o medo precisa ser enfrentado. E depois de alertar que o medo é um combustível "que damos aos nossos opressores para que eles tenham mais força contra nós", frisou que os índios resistem a séculos, são bravos guerreiros de honra, coragem e sabedoria, e que é na luta por direitos que "encontramos vontade de viver e ser feliz”.



Assessoria de Imprensa

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